“SUPER MULHERES” – Auto Estima

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A complexidade da mente feminina faz com que tenhamos que ter cuidado com rotulá-la ou querer entendê-la completamente.

Cada pessoa é o que é hoje, fruto da toda experiência de sua vida. Toda sua história, modo de criação, cultura, vivência  e desejos.

Hoje, se exige que todas sejam uma SUPER MULHER!

Antes, boa mãe, boa dona de casa e boa esposa. Hoje, além de acumular esses papéis a mulher precisa ser uma profissional de ponta, antenada ao que tem de mais moderno, socialmente estar em dia com os compromissos, esteticamente linda aos padrões “televisivos”, fazer atividade física e sexualmente ativa com a libido “nas alturas”.

Óbvio que esse padrão é impossível se manter 24 horas por dia, 365 dias por ano.

Óbvio que vc não precisa estar cumprindo padrão esperado por ninguém.

Óbvio que cada um deve procurar o que te faz feliz e viver plenamente essa escolha.

Mas o que vemos na prática?

Mulheres se cobrando para serem algo que a sociedade espera que ela deva ser e isso por sua vez abalando sua própria auto estima por não conseguir atingir a meta alheia.

Mulheres fazendo uso indiscriminado de hormônios para ter o corpo perfeito e a libido que se vê nas novelas.

A auto estima das mulheres é muito mais complexa do que usar hormônios… é muito mais complexa do que  os olhos podem ver.

A baixa auto estima faz com que a pessoa não saiba tomar decisões, não saiba ficar sozinha, não consiga traçar e alcançar metas além de influenciar à submissão.

O que vemos na prática?

Disfunções sexuais, distúrbios de humor, ansiedade e depressão.

A mulher precisa se perceber, sentir suas próprias competências e habilidades. Precisa se fortalecer e independente da vontade alheia, trilhar o seu verdadeiro caminho.

À medida que essa auto-estima cresce, se desenvolve também a criatividade, a ambição, a saúde física e mental além  da satisfação pessoal.

Com o auto estima estável, se conhecendo melhor e sabendo o seu valor de forma positiva e realista, passa a assumir os seus “defeitos e limitações”.

Consciente disso ela é capaz de viver sem necessidade de comparações com terceiros nem depender da aprovação dos outros.

É a satisfação pessoal propriamente dita, que não se baseia na beleza exterior, no talento intrínseco, na inteligência extraordinária , na sua popularidade ou no seu estato social.

Não estou falando de feminismo, empoderamento feminino… estou falando de algo que escuto todos os dias no meu consultorio: mulheres querendo trilhar caminhos

sem rotulações, mulheres não querendo ser mães, mulheres em paz com o seu corpo arredondado.

Estou falando de se estimular a AUTO ESTIMA FEMININA para finalmente termos uma mulher vivendo de forma inteira. Corpo e alma interligados em prol da sua vida plena!


 

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Dra. Ana Cristina Batalha

Clínica EMEG 

(71) 3341-4231 / 99944-9770 (Whatsapp)

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