Como evitar a birra

De Mãe para Mãe

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Muitos pais não sabem como agir nos momentos de birra dos seus filhos, no entanto,  é importante conhecer a criança e conversar com ela para evitar que essas situações desagradáveis aconteçam. A birra é a forma que a criança encontrou para se comunicar e conseguir o que quer.

É normal acontecerem às temidas birras na infância,  principalmente por volta dos 2 anos, pois os bebês estavam acostumados a terem suas vontades atendidas ao chorar, no entanto, a medida que crescem, as vontades e entendimento das situações são maiores e eles acham que com o choro, conseguirão o que querem.

Esse comportamento pode ser desencadeado por diversos motivos como sono, fome, excesso de estímulo, ciúme,  chamar atenção,  não ter a vontade atendida, entre outros. Para evitar que a birra ocorra, os pais precisam saber, por exemplo,  se a criança está há muito tempo sem comer, cansada ou se já está ficando sem interesse pelo que está fazendo no momento. “Suprindo” essas necessidades a tempo, as birras podem ser evitadas ou pelo menos amenizadas.

Explicar a rotina do que será feito no dia, ou se a criança irá a algum lugar que gosta muito e quando tem que ir embora sempre chora, se conversado previamente, explicando que irá se divertir, mas depois terá que ir embora, porque já está na hora de ir para casa. Fazer “combinados” antes de ir ao passeio, pode evitar os comportamentos explosivos com choros. No momento que os pais e filhos fazem o combinado, cada um dará a sua palavra e é de extrema importância que cada um cumpra com sua palavra.

No momento da birra é necessário ter muita calma e pedir que a criança, que já tenha um repertório de fala, explique a sua vontade, sem choro, para os pais poderem ajudar. Quando a criança consegue dizer o que quer através da conversa e não mais do choro, os pais já não estarão reforçando a manha, mas o diálogo. Não ceder ao ataque de birra é essencial, pois ajuda a extinguir esse comportamento e evitar que ocorram em outras situações. Sempre que possível reforçar o comportamento da criança que soube resolver a situação com a conversa e não através do choro.

 

 

Rafaela Machado

Psicóloga Infantil e de família

CRP 03/8316

Psicóloga clínica, atendimento infantil e família.

Contato: 71 99312-8159 / 98164-2274

Email: rafammachado@gmail.com

Ig: @psicologiando

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