“SUPER MULHERES” – Auto Estima

Artigos

Resultado de imagem para auto estima da mulher

 

A complexidade da mente feminina faz com que tenhamos que ter cuidado com rotulá-la ou querer entendê-la completamente.

Cada pessoa é o que é hoje, fruto da toda experiência de sua vida. Toda sua história, modo de criação, cultura, vivência  e desejos.

Hoje, se exige que todas sejam uma SUPER MULHER!

Antes, boa mãe, boa dona de casa e boa esposa. Hoje, além de acumular esses papéis a mulher precisa ser uma profissional de ponta, antenada ao que tem de mais moderno, socialmente estar em dia com os compromissos, esteticamente linda aos padrões “televisivos”, fazer atividade física e sexualmente ativa com a libido “nas alturas”.

Óbvio que esse padrão é impossível se manter 24 horas por dia, 365 dias por ano.

Óbvio que vc não precisa estar cumprindo padrão esperado por ninguém.

Óbvio que cada um deve procurar o que te faz feliz e viver plenamente essa escolha.

Mas o que vemos na prática?

Mulheres se cobrando para serem algo que a sociedade espera que ela deva ser e isso por sua vez abalando sua própria auto estima por não conseguir atingir a meta alheia.

Mulheres fazendo uso indiscriminado de hormônios para ter o corpo perfeito e a libido que se vê nas novelas.

A auto estima das mulheres é muito mais complexa do que usar hormônios… é muito mais complexa do que  os olhos podem ver.

A baixa auto estima faz com que a pessoa não saiba tomar decisões, não saiba ficar sozinha, não consiga traçar e alcançar metas além de influenciar à submissão.

O que vemos na prática?

Disfunções sexuais, distúrbios de humor, ansiedade e depressão.

A mulher precisa se perceber, sentir suas próprias competências e habilidades. Precisa se fortalecer e independente da vontade alheia, trilhar o seu verdadeiro caminho.

À medida que essa auto-estima cresce, se desenvolve também a criatividade, a ambição, a saúde física e mental além  da satisfação pessoal.

Com o auto estima estável, se conhecendo melhor e sabendo o seu valor de forma positiva e realista, passa a assumir os seus “defeitos e limitações”.

Consciente disso ela é capaz de viver sem necessidade de comparações com terceiros nem depender da aprovação dos outros.

É a satisfação pessoal propriamente dita, que não se baseia na beleza exterior, no talento intrínseco, na inteligência extraordinária , na sua popularidade ou no seu estato social.

Não estou falando de feminismo, empoderamento feminino… estou falando de algo que escuto todos os dias no meu consultorio: mulheres querendo trilhar caminhos

sem rotulações, mulheres não querendo ser mães, mulheres em paz com o seu corpo arredondado.

Estou falando de se estimular a AUTO ESTIMA FEMININA para finalmente termos uma mulher vivendo de forma inteira. Corpo e alma interligados em prol da sua vida plena!


 

img_dra02

Dra. Ana Cristina Batalha

Clínica EMEG 

(71) 3341-4231 / 99944-9770 (Whatsapp)

Quais são os benefícios da natação para bebês?

Artigos
Resultado de imagem para Natação para bebes
Os primeiros nove meses da vida de qualquer pessoa são imersos em um ambiente predominantemente aquático. Os bebês já estão adaptados ao meio líquido desde a gestação e são capazes de executar diversos movimentos natatórios, demonstrando uma série de reflexos comuns na primeira infância. Tudo através de estímulos estereoceptivos, ou seja, atividades que busquem facilitar o desenvolvimento dos órgãos sensoriais das crianças, como o tato, a audição, o olfato e a visão. Prolongar a sensação de proteção da água quentinha pode colaborar para a saúde e o desenvolvimento das crianças.
▶ RELAXAMENTO: o ambiente é ótimo para a criança e lembra os tempos dentro barriga da mãe. Os exercícios na água em temperatura agradável relaxam, aumentam o apetite e fazem com que a criança durma melhor.Imagem relacionada
▶ COORDENAÇÃO MOTORA: em virtude da perda de gravidade, a natação aumenta a força e a noção geral da criança. Equilíbrio, conhecimento de espaço e habilidades do corpo.
▶ SISTEMA CARDIO RESPIRATÓRIO: a resistência aumenta, já que essa atividade física amplia a capacidade de respiração e regula a circulação sanguínea.
 ▶ VÍNCULO AFETIVO: estar ao lado do filho desde cedo é fundamental para a relação de amor. Na natação, a criança se desenvolve e perde muitos medos. A presença familiar nesses momentos é importante para a criança se sentir incluída!7

Cuidados com a CIRCULAÇÃO na gravidez

Dicas

 

Imagem relacionada

 

O edema é uma queixa frequente na gravidez e costuma ocorrer já no primeiro trimestre, em função do aumento nos níveis dos hormônios, sobretudo o estrogênio. Esse hormônio favorece a dilatação dos vasos, causando mais retenção de líquidos. Outro fator importante é o crescimento do útero, que cria uma pressão sobre as veias abdominais, dificultando circulação de retorno venoso. Algumas pequenas mudanças no dia a dia da grávida ajudam a deixar a circulação com melhor funcionamento:

– Manter o hábito de praticar exercícios físicos com intensidade leve a moderada – caminhadas, pilates e hidroginástica são excelentes para a grávida;

– Evitar consumir alimentos industrializados pois são ricos em sódio;

– Beber, no mínimo, dois litros de água diariamente;

– Evitar permanecer por longos períodos com as pernas pendentes;

– Dormir na posição lateral para evitar que o útero comprima os vasos abdominais;

– Evitar o uso de saltos porque atrapalham o bombeamento do sangue das pernas;

– Durante o repouso, deixar os pés elevados para melhorar o retorno venoso.

– Usar meias elásticas compressivas.

Para maiores esclarecimentos, procure um especialista.

 


Dra. Monique Magnavita

(71) 3178-2024/ 99992-8194/ 98758-1224.

Amamentar

Dicas

Resultado de imagem para amamentando

Amamentar vai muito além da nutrição da criança, mas é também, estabelecer uma interação profunda, um vínculo, entre a mãe e o filho, com repercussões no estado nutricional do bebê, na habilidade de se defender de infecções, na fisiologia e no desenvolvimento cognitivo e emocional, além de trazer benefícios também para a saúde física e psicológica da mãe.

Para a mamãe, amamentar é um benefício, pois a protege contra o câncer de mama e auxilia no retorno mais rápido do peso pré- gestacional.

Existem comprovações de que a amamentação reduz mortes infantis devido aos inúmeros fatores existentes no leite materno que protegem contra infecções, diarreias, infecção respiratória, aparecimento de alergias e apresenta melhor nutrição.

A amamentação, inclusive, oferece benefícios em longo prazo. Estudos mostram que crianças que foram amamentadas como o aconselhado, têm menores riscos de desenvolver hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade. Com isso pode-se afirmar que uma criança que é amamentada é mais saudável, pois apresenta menores riscos de desenvolver todos estes problemas.

 


Nutricionista Mércia Casaes

www.nutrimerciacasaes.com.br

71 3013.9500 | 99640.9500

Como evitar a birra

De Mãe para Mãe

Imagem relacionada

Muitos pais não sabem como agir nos momentos de birra dos seus filhos, no entanto,  é importante conhecer a criança e conversar com ela para evitar que essas situações desagradáveis aconteçam. A birra é a forma que a criança encontrou para se comunicar e conseguir o que quer.

É normal acontecerem às temidas birras na infância,  principalmente por volta dos 2 anos, pois os bebês estavam acostumados a terem suas vontades atendidas ao chorar, no entanto, a medida que crescem, as vontades e entendimento das situações são maiores e eles acham que com o choro, conseguirão o que querem.

Esse comportamento pode ser desencadeado por diversos motivos como sono, fome, excesso de estímulo, ciúme,  chamar atenção,  não ter a vontade atendida, entre outros. Para evitar que a birra ocorra, os pais precisam saber, por exemplo,  se a criança está há muito tempo sem comer, cansada ou se já está ficando sem interesse pelo que está fazendo no momento. “Suprindo” essas necessidades a tempo, as birras podem ser evitadas ou pelo menos amenizadas.

Explicar a rotina do que será feito no dia, ou se a criança irá a algum lugar que gosta muito e quando tem que ir embora sempre chora, se conversado previamente, explicando que irá se divertir, mas depois terá que ir embora, porque já está na hora de ir para casa. Fazer “combinados” antes de ir ao passeio, pode evitar os comportamentos explosivos com choros. No momento que os pais e filhos fazem o combinado, cada um dará a sua palavra e é de extrema importância que cada um cumpra com sua palavra.

No momento da birra é necessário ter muita calma e pedir que a criança, que já tenha um repertório de fala, explique a sua vontade, sem choro, para os pais poderem ajudar. Quando a criança consegue dizer o que quer através da conversa e não mais do choro, os pais já não estarão reforçando a manha, mas o diálogo. Não ceder ao ataque de birra é essencial, pois ajuda a extinguir esse comportamento e evitar que ocorram em outras situações. Sempre que possível reforçar o comportamento da criança que soube resolver a situação com a conversa e não através do choro.

 

 

Rafaela Machado

Psicóloga Infantil e de família

CRP 03/8316

Psicóloga clínica, atendimento infantil e família.

Contato: 71 99312-8159 / 98164-2274

Email: rafammachado@gmail.com

Ig: @psicologiando

A chegada do irmão mais novo

De Mãe para Mãe
Guiadamamae Click to Tweet
Resultado de imagem para irmao mais velho

Quando a família resolve dar um irmão para o primogênito sempre ocorre uma expectativa de como será essa relação fraternal.

Algumas vezes ocorre a pedido do filho pelo desejo de ter um irmão, mas o que parecia ser tudo tranquilo acaba acontecendo as crises de ciúmes pelo irmão mais velho. Outras vezes por decisão dos pais.

Para amenizar essas crises é importante envolver o filho na gravidez desde o início da gestação, se possível ainda no planejamento em aumentar a família. Contar histórias envolvendo os dois também ajuda, e sempre dizer o quanto ama e que ninguém tomará o lugar dele.

Durante a gravidez, explique que terá momentos que precisará dar mais atenção ao bebê, mas que também terá um momento somente deles.

Quando o bebê nascer envolva o filho nos cuidados do irmão, para que ele não se sinta excluído, e incentive essas ajudas demonstrando o quanto foi necessário o apoio dele naquele momento. Por mais que a família se dedique para que o primogênito não tenha ciúmes com o nascimento do irmão, é inevitável que a criança não sinta. Antes a atenção era voltada toda para ele e agora tem que ser dividida.

Uma dose extra de paciência nunca é demais nesse momento, pois o mais velho vai querer chamar a atenResultado de imagem para irmao mais velhoção de alguma forma, pode regredir também, como se já teve desfralde, voltar a ter escapes de xixi e cocô, querer mamar no peito, fazer manhas para pegar os brinquedos do irmão mais novo e tanto um como o outro necessitam de atenção, cada um da sua maneira. Evite fazer mudanças na vida do primogênito logo na chegada ou próximo ao nascimento do caçula, como mudar de escola, tirar a chupeta ou fazer o desfralde, pois causará uma grande instabilidade emocional nele e pode associar à chegada do irmão.

O importante é que se antes dava banho, o almoço, colocava o filho mais velho para dormir, continue fazendo para que ele não sinta tanto, procurar manter a mesma rotina de antes do nascimento do irmão, mesmo que seja difícil, porque o início é quando o bebê demanda mais atenção da mãe.

O essencial é sempre conversar com o filho mais velho, dar atenção a ele e ter segurança de que esse momento passará e ficará tudo mais fácil. Mesmo que eles já tenham crescido, nunca compare uma criança a outra, cada uma possui sua individualidade, características e aptidões.

Com o tempo os ciúmes apareceram com menos frequência, não fazer comparações entre eles é essencial para evitar que um deles se sinta menos preterido que o outro.  O amor que os pais possuem pelos filhos sempre cresce e entre irmãos não é diferente, crescerá e será algo inexplicável.

http://@psicologiando_rafaelamachado

Rafaela Machado

Psicóloga

CRP 03/8316

71-99312-8159

 

 

O poder do NÃO na infância

Sem categoria

Resultado de imagem para pais dizendo não ao filho
Atualmente devido a muita ausência dos pais no cotidiano dos filhos, quando estão juntos, acabam cedendo as vontades deles e não impondo limites e pouco dizem uma palavrinha que pode ser de extrema importância no futuro dele que é o “NÃO”. O seu filho vai se decepcionar, sim, muitas vezes, e isso é bom para ele. Só passando por essas situações e aprendendo a lidar com elas é possível adquirir habilidades importantes para toda a vida, como perseverança, paciência, empatia e flexibilidade.

É preciso, sempre que necessário, dizer não à criança, por mais fácil que seja atender ao pedido e evitar uma “birra”, procure manter a sua palavra e pensa que será o melhor para ele no futuro. Algumas vezes o sentimento será de culpa, ou até pena, mas tenha segurança da decisão que tomou diante do objetivo do limite em que está dando à criança.

Os bebês, por exemplo,  quando começam a engatinhar, descobrir o mundo, ouvem muito “não”, principalmente quando mexem em algo que não pode. Eles não entendem com facilidade o porque do limite, por isso é importante dar explicação,  mesmo que por várias vezes, para que compreendam melhor o que não pode ser feito.

A criança que experência  ao sentimento de frustração por não ter seu desejo atendido imediatamente se torna mais resiliente, mais resistente ao estresse do dia a dia e tem potencial para um futuro promissor. O “não” ajuda a crescer e compreender melhor situações que não ocorrem conforme gostaríamos desde a infância até a idade adulta.

 

 

Rafaela Machado

Psicóloga Infantil e de família

 
Meu nome é Rafaela Machado

CRP 03/8316

Psicóloga clínica, atendimento infantil e família.

Contato: 99312-8159 / 98164-2274

Email: rafammachado@gmail.com

Endereço: barra

Ig: @psicologiando

 

Teste da Orelhinha

Artigos

Resultado de imagem para teste da orelhinha

 

A audição é um dos sentidos mais importantes para o desenvolvimento da criança. No Brasil estima-se que, a cada 1000 crianças nascidas, de três a quatro apresen

guiadamamae Click to Tweet
tem algum grau de surdez. Esta proporção aumenta para dois a quatro em cada 100 recém-nascidos (RN) quando associados a algum indicador de risco para perda auditiva.

É muito importante relacionar a audição com o desenvolvimento comunicativo da criança, afinal é através desse sentido que recebemos as informações para desenvolver a linguagem.

As perdas auditivas congênitas ou adquiridas podem resultar em alterações permanentes na aquisição da linguagem oral e escrita, no aproveitamento escolar, no ajuste pessoal e social, incluindo dificuldades emocionais.

Logo, após o nascimento, TODOS os bebês devem realizar exames extremamente importantes como o “teste da orelhinha”.

O “Teste da Orelhinha” é a primeira avaliação auditiva que deve acontecer no bebê. Ele deve ser realizado, se possível, antes da alta hospitalar, tendo como tempo máximo para avaliação o primeiro mês de vida.

O exame auditivo não tem contraindicação, é rápido, não dói, não fura e pode ser realizado com a criança dormindo.

Porém, fique atento!! Se o bebê possuir indicador de risco para perda auditiva como: prematuridade, baixo peso, permanência na UTI, histórico familiar de surdez, risco para infecções congênitas (zika, herpes, toxoplasmose, citomegalovírus, HIV, sífilis), uso de antibióticos, falha no “teste da orelhinha”, ele deverá passar por uma avaliação mais detalhada através de um exame chamado PEATE / BERA, que avalia um nervo que possuímos no ouvido, fundamental para a audição.

O mais importante é que seu bebê faça o exame o mais cedo possível, para que se descubra com antecedência se há algum problema auditivo. Descobrir mais tarde pode dificultar o tratamento, além de prejudicar o desenvolvimento da criança.

 

Não perca tempo em solicitar a visita de uma das fonoaudiólogas da TRIAR.

Seu bebê agradece esse cuidado!

 

Contatos: 71 98858-7896 / 99204-4773 / 99327-8791 / 99922-0207

O que é parto humanizado?

Dicas

 

 

O chamado parto humanizado nada mais é  do que uma forma de assistência ao pré-natal, parto e pós-parto centrados na mulher, nos seus desejos e baseado em evidências científicas.A autonomia informada, de acordo com o estado de saúde da mãe e do bebe, é  estimulada durante as consultas pre-natais para que o casal  tome suas figuras próprias decisões acerca de sua gravidez. No acompanhamento pré natal informações são fornecidas em detalhes ao casal para que este, juntamente com seu médico, decidam sobre procedimentos e possíveis intervenções durante o parto. Existe um respeito ao parto fisiológico e sem intervenções de rotina( ou desnecessárias), entendendo que o papel da equipe é  oferecer segurança à  grávida e seu feto, conforto e empoderamento. As intervenções, quando indicadas, são realizadas após expresso esclarecimento  consentimento do casal.
Escolha equipes humanizadas de assistência!
Empodere-se!


   Dra Adriana Monteiro

Obstetra da Equipe Obstare  _ CRM 19.685

 

ATIVIDADE FÍSICA NA GESTAÇÃO

Dicas

 

A atividade física na gestação é  de grande importância para a saúde e bem-estar da gestante e do feto.  RelaxamenResultado de imagemto, alongamento e fortalecimento da musculatura são alguns dos benefícios trazidos pela ioga, caminhada, pilates ou hidroginastica.  Mas os ganhos indiretos como controle da dor, do peso, da pressão e da glicemia da gestante são de grande valia durante a gravidez.

Atividade física é  necessária durante a gestação, mas sempre sob orientação do Obstetra/Educador fisico/Fisioterapeuta.
Movimente-se!

  Dra  Adriana Monteiro

Obstetra da Equipe Obstare  – CRM 19.685

71 3037.7955 | 3497.1606

CHAVE PARA SER MÃE AOS 40

Artigos

Imagem relacionada

Foto by Zazou

 

A maternidade tardia é uma opção cada vez mais comum da sociedade atual. Porém, aos 40 na maioria das vezes será preciso tratamento para que engravidar seja possível. Especialista fala sobre a chave para realizar este sonho.
Uma carreira profissional de sucesso, estabilidade econômica e enfrentar a vida com a serenidade que a idade proporciona são os três pilares de uma decisão cada vez mais frequente: Ser mãe após os 40 anos.

Mas o relógio biológico se resiste ao relógio social. A biologia feminina segue outro caminho e outro ritmo. Quando muitas das mulheres que junto com seus parceiros ou até mesmo de forma independente estão prontas para engravidar, se deparam com um obstáculo inesperado: o envelhecimento dos óvulos.

Não é impossível, porém é pouco provável engravidar sem ajuda de tratamento após os 40 anos. A partir desta idade engravidar não é simples, o risco de aborto é mais alto, assim como também são maiores as incidências de alterações cromossômicas como a Síndrome de Down e outras trissomias. Por isso, é importante nesta idade não deixar o tempo passar esperando a gravidez espontânea e consultar um especialista em reprodução humana.

Dra. Genevieve Coelho, diretora do IVI Salvador e parte do grupo espanhol de medicina reprodutiva com mais de 50 clínicas pelo mundo, responde as principais perguntas sobre a gravidez após os 40.

É possível ser mãe após os 40?

“Possível é, mas sem tratamento poucas mulheres conseguem. Nas nossas clínicas 40% das consultas realizadas em 2015 foram com mulheres acima dos 40 anos. A possibilidade de engravidar nessa idade é baixa por motivos fisiológicos do corpo da mulher, não é uma questão de estar em boa forma como muitos acreditam. No entanto, graças aos tratamentos disponíveis, também é possível que a maioria destas mulheres consigam seu objetivo quando acompanhadas por um especialista”.

Quais são os riscos de engravidar mais tarde?

“O maior risco que existe é a falha cromossômica no desenvolvimento fetal, que começa a fazer-se presente a partir dos 35 anos, porém é mais presente ao cruzar a fronteira dos 40. A raiz da falha cromossômica acontece também a elevação do índice de aborto. A possibilidade da gestação não evoluir conforme o esperado é alta.

Existem formas de minimizar estes riscos. No IVI fazemos uma análise cromossômica do embrião antes de sua transferência ao útero materno no tratamento de Fertilização in Vitro. Com esta medida, estamos aumentando as chances de gravidez, reduzindo o risco de aborto e incrementando as chances do bebê nascer com saúde.

O estudo do embrião, que leva o nome de PGS, é recomendável para todas as pacientes porque aumenta as chances de sucesso do tratamento, mas praticamente obrigatório após os 40. A maioria dos embriões gerados com óvulos de mulheres com esta idade não vão se desenvolver, por isso, é importante identificar aqueles que são saudáveis. Também é certo que se a mulher que pretende engravidar após os 40 congelou óvulos quando era mais jovem, grande parte dos riscos da gravidez tardia desaparecem”.

O tratamento com óvulos doados é muito frequente nesta idade?

“Por conta das alterações cromossômicas, às vezes nos deparamos com que a quantidade de óvulos é insuficiente ou inclusive nula para obter a gestação. Nestes casos é preciso contar com óvulos doados como recurso para gerar o embrião, já que o restante do aparelho reprodutor da mulher não envelhece na mesma velocidade. Os tratamentos de ovodoação costumam ter taxas mais elevadas de gravidez”.

Quais as vantagens da maternidade tardia?

“Quando existe o desejo de ser mãe toda idade será boa, mas especialmente no caso da maternidade tardia, estamos diante de mulheres que normalmente têm uma maior estabilidade emocional e econômica, que sempre será favorável os filhos. A maturidade da mulher é um momento ótimo que vai beneficiar sua relação com os filhos e a família.”

Quais são os conselhos para uma mulher que está pensando em ter filhos após os 40?

  • “Fazer uma revisão de saúde completa para confirmar que tudo está bem, não apenas do ponto de vista ginecológico, mas também geral.
  • Não esperar muito tempo, pois o tempo é chave. Se após 6 meses tentando engravidar naturalmente não tiver resultados, é preciso consultar um especialista em fertilidade.
  • Também é recomendável que o tratamento de reprodução assistida inclua o estudo cromossômico dos embriões, porque além de engravidar, o objetivo é ter um bebê com saúde.
  • E, caso não seja possível a gravidez com óvulos próprios, sempre existe a possibilidade de conseguir engravidar através da ovodoação, onde as chances de gestação serão mais altas”.

 


Sobre o IVI
Com sede em Valência, na Espanha, o Instituto Valenciano de Infertilidade (IVI) iniciou suas atividades em 1990. Possui mais de 50 clínicas em 11 países, incluindo Brasil, e é líder em medicina reprodutiva. O grupo conta com uma Fundação, um programa de Docência e Carreira Universitária.

  • A maternidade tardia é uma opção cada vez mais comum da sociedade atual. Porém, aos 40 na maioria das vezes será preciso tratamento para que engravidar seja possível. Especialista fala sobre a chave para realizar este sonho.

Uma carreira profissional de sucesso, estabilidade econômica e enfrentar a vida com a serenidade que a idade proporciona são os três pilares de uma decisão cada vez mais frequente: Ser mãe após os 40 anos.

Mas o relógio biológico se resiste ao relógio social. A biologia feminina segue outro caminho e outro ritmo. Quando muitas das mulheres que junto com seus parceiros ou até mesmo de forma independente estão prontas para engravidar, se deparam com um obstáculo inesperado: o envelhecimento dos óvulos.

Não é impossível, porém é pouco provável engravidar sem ajuda de tratamento após os 40 anos. A partir desta idade engravidar não é simples, o risco de aborto é mais alto, assim como também são maiores as incidências de alterações cromossômicas como a Síndrome de Down e outras trissomias. Por isso, é importante nesta idade não deixar o tempo passar esperando a gravidez espontânea e consultar um especialista em reprodução humana.

Dra. Genevieve Coelho, diretora do IVI Salvador e parte do grupo espanhol de medicina reprodutiva com mais de 50 clínicas pelo mundo, responde as principais perguntas sobre a gravidez após os 40.

É possível ser mãe após os 40?

“Possível é, mas sem tratamento poucas mulheres conseguem. Nas nossas clínicas 40% das consultas realizadas em 2015 foram com mulheres acima dos 40 anos. A possibilidade de engravidar nessa idade é baixa por motivos fisiológicos do corpo da mulher, não é uma questão de estar em boa forma como muitos acreditam. No entanto, graças aos tratamentos disponíveis, também é possível que a maioria destas mulheres consigam seu objetivo quando acompanhadas por um especialista”.

Quais são os riscos de engravidar mais tarde?

“O maior risco que existe é a falha cromossômica no desenvolvimento fetal, que começa a fazer-se presente a partir dos 35 anos, porém é mais presente ao cruzar a fronteira dos 40. A raiz da falha cromossômica acontece também a elevação do índice de aborto. A possibilidade da gestação não evoluir conforme o esperado é alta.

Existem formas de minimizar estes riscos. No IVI fazemos uma análise cromossômica do embrião antes de sua transferência ao útero materno no tratamento de Fertilização in Vitro. Com esta medida, estamos aumentando as chances de gravidez, reduzindo o risco de aborto e incrementando as chances do bebê nascer com saúde.

O estudo do embrião, que leva o nome de PGS, é recomendável para todas as pacientes porque aumenta as chances de sucesso do tratamento, mas praticamente obrigatório após os 40. A maioria dos embriões gerados com óvulos de mulheres com esta idade não vão se desenvolver, por isso, é importante identificar aqueles que são saudáveis. Também é certo que se a mulher que pretende engravidar após os 40 congelou óvulos quando era mais jovem, grande parte dos riscos da gravidez tardia desaparecem”.

O tratamento com óvulos doados é muito frequente nesta idade?

“Por conta das alterações cromossômicas, às vezes nos deparamos com que a quantidade de óvulos é insuficiente ou inclusive nula para obter a gestação. Nestes casos é preciso contar com óvulos doados como recurso para gerar o embrião, já que o restante do aparelho reprodutor da mulher não envelhece na mesma velocidade. Os tratamentos de ovodoação costumam ter taxas mais elevadas de gravidez”.

Quais as vantagens da maternidade tardia?

“Quando existe o desejo de ser mãe toda idade será boa, mas especialmente no caso da maternidade tardia, estamos diante de mulheres que normalmente têm uma maior estabilidade emocional e econômica, que sempre será favorável os filhos. A maturidade da mulher é um momento ótimo que vai beneficiar sua relação com os filhos e a família.”

Quais são os conselhos para uma mulher que está pensando em ter filhos após os 40?

  • “Fazer uma revisão de saúde completa para confirmar que tudo está bem, não apenas do ponto de vista ginecológico, mas também geral.
  • Não esperar muito tempo, pois o tempo é chave. Se após 6 meses tentando engravidar naturalmente não tiver resultados, é preciso consultar um especialista em fertilidade.
  • Também é recomendável que o tratamento de reprodução assistida inclua o estudo cromossômico dos embriões, porque além de engravidar, o objetivo é ter um bebê com saúde.
  • E, caso não seja possível a gravidez com óvulos próprios, sempre existe a possibilidade de conseguir engravidar através da ovodoação, onde as chances de gestação serão mais altas”.

Sobre o IVI
Com sede em Valência, na Espanha, o Instituto Valenciano de Infertilidade (IVI) iniciou suas atividades em 1990. Possui mais de 50 clínicas em 11 países, incluindo Brasil, e é líder em medicina reprodutiva. O grupo conta com uma Fundação, um programa de Docência e Carreira Universitária.
https://ivi.net.br/

Como colocar o bebê para dormir?

Dicas

Resultado de imagem

Acostumar os bebês a dormir à noite pode ser um pesadelo para os pais de primeira viagem, porque os bebês não entendem que existe uma hora de descansar. Para entender melhor como fazer essa transição, logo nos primeiros meses da criança, nós conversamos com a consultora do sono e educadora familiar Jéssica Costa, do Mamãe Mulher.
Devemos ninar ou não os bebês até pegarem no sono?
Primeiro precisamos entender que no processo de criação de filhos nada pode ser dito como certo ou errado, ou até mesmo falar que deve ou não deve fazer algo. Por um motivo muito simples: cada família tem suas particularidades e apresenta uma dinâmica e rotina única. Além dos valores que cada mamãe e papai tem, o que significa que certo para uma família pode não ser para outra. Tudo depende daquilo que cada família entende importante, o que representa, uma ligação intima com o EU de cada um e com os valores e crença que cada um carrega em si.
No entanto, como consultora de sono, a orientação sempre será fazer algo (seja ninar, balançar, amamentar, caminhar pela casa, passear de carro, assistir desenho, dar leitinho, cantar, balançar na rede, etc) com total consciência do que se faz. Porque certamente estamos falando de permanecer o hábito por alguns anos, até a criança por si só, ter o entendimento e amadurecimento neurológico suficiente para percepção que trata-se apenas de dormir. Não apenas todas as noites, e sim todas as vezes que o bebê acordar, ele vai querer aquele mesmo hábito. Afinal, foi assim que ele aprendeu a dormir.
Na maioria dos casos,  infelizmente, isso não ocorre. Muitas vezes se começa um hábito e com 6, 9 ou 10 meses o cansaço toma a família ao ponto de chegar a exaustão, baixa auto estima e estado elevado de stress.
A natureza repõe energia e hormônios e outros benefícios na hora do soninho. Então, todos precisam dormir uma boa, longa e tranquila noite de sono.  Para que isso ocorra, é preciso ensinar o bebê a dormir. É preciso criar um ambiente agradável, um ritual para o soninho e colocar o bebê sonolento e não dormindo no seu berço ou aonde quer que durma. É a melhor forma de ensinar um excelente habito de sono.
Como ensiná-lo a pegar no sono sozinho?
É preciso ter um ambiente agradável que favoreça o relaxamento do dia, que facilite o bebê a diminuir a energia, evitando atividades de muito desgaste enérgico minutos que antecedem. Claro, a família precisa ter uma rotina de sono constante. Os pais precisam ser pacientes, persistentes e consistentes.
Meu filho sempre adormece mamando, tudo bem?
Tudo bem se a família achar que “tudo bem”. Mas é bom se perguntar: “irei permanecer nesse método por 1, 2 anos?”; “me sinto confortável em amamentar em cada mudança de sono na madrugada?”; “tenho rede de apoio para suportar esse hábito?”; “E no dia seguinte, estou bem e disposta para exatamente poder cuidar e dar a atenção devido ao meu filho?”.
São essas perguntas que darão a resposta do “tudo bem” ou não. Não há erro algum em amamentar para dormir, a chamada sucção não nutritiva, inclusive orientada no primeiro mês até a mamãe conseguir entender os reais motivos do chorinho do bebê. Mas sempre avaliem a constância do hábito, pois isso leva a permanência.
O melhor hábito para o bem de toda a família é entender que devemos começar algo de forma que irá se manter. É muito cansativo e as vezes frustrante para algumas mamães perceber que passou muitos meses ensinando algo e de repente precisa mudar. Naturalmente o bebê estranha e chora. Tudo pode ser evitado se começarmos da forma como iremos manter.
Nada que eu faço para ele dormir sozinho funciona. E agora?
Existe algumas possibilidades para esse “nada funciona” e algumas ações podem ser tomadas:
1) A família não tem uma rotina para o bebê. E rotina não significa não ter flexibilidade, afinal, filhos por si só, já representam dias de muita inconstância. É exatamente por isso, que eles precisam de rotina para entender o significado das ações que os pais tomam. Rotina ensina aos pequenos a prever o futuro e a sequência das ações. Assim, o bebê vai entendendo o que significa um dia de 24hs e todas as suas realizações.
2) A família não tem ritual de soninho. As vezes os pais não percebem que tem nos braços um ser que nunca viveu nesse mundo e por isso não sabe o significado de nada. O que incluiu também dormir. Não sabem fechar os olhinhos e pronto, dormiu! Eles sentem o corpo fadigado, os olhos pesados, cansaço e não entendem que tudo isso é sono. Os pais precisam mostrar o significado das coisas. O que fazer para falar a esse bebê “é hora de dormir”!?
Não podemos simplesmente pegar e colocar o bebê no berço. É importantíssimo criar rituais do soninho. E vale de tudo, desde que não aumente a energia do bebê. Pode ser banho convencional ou ofurô, massagem, colocar uma música de ninar, contar historinha, etc. É preciso seguir um ritual para o entendimento do bebê.
3) Desistência no primeiro obstáculo. Não queremos que os bebês chorem, claro que não. O choro deles também é nosso choro. Mas é necessário diferenciar o choro que achamos que sentem (algo que machuca) de choro por não estar entendendo o que passa ou até mesmo de pedido. Todo treinamento de sono DEVE ter muito respeito, amor e entrega ao bebê. Jamais deixá-lo chorar sozinho. Vamos amparar, confortar, conversar, abraçar, ninar (o que preciso for) para ajudá-lo a entender que apenas é hora de dormir. O choro tem muitas causas, e não apenas, a causa que os pais interpretam de dor. Quando isso acontece, os pais abandonam o método que se estava tentando. Para o bebê é terrível passar por muitas mudanças. Lembre-se que eles precisam de rotina para entender a consequência dos fatos.
4) As emoções da mãe. Se a mãe não acreditar que aquilo que faz para seu filho, é o melhor para ele. Melhor não fazer. Não é preciso falar. Bebês sentem o que sentimos. Então, só mude um padrão se estiver convencida a mudar. Precisam passar confiança, tranquilidade e paz ao bebê. Quando os pais estão seguros, cientes e convencidos que é o melhor par o seu filho, ele sente essa atmosfera de confiança e amor. E associado a um bom ritual de soninho transmite total tranquilidade para noites inteiras de sono a toda a família.


 
Jéssica Costa Coach em Maternidade     Por Jéssica Costa

Coach em Maternidade

(71) 9 9173-1446

    atendimento@mamaemulher.com.br | http://www.mamaemulher.com.br/