Sobre o puerpério: quando devo buscar ajuda profissional?

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A gravidez é um período de intensas transformações e durante esse período, o corpo da mulher se adapta a esse novo ser. Mudanças diversas irão ocorrer: desde o aumento da circunferência da cintura e dos seios até as não tão sutis alterações de humor. Os órgãos internos terão que se reajustar. E, assim como haverá um “esticamento” do corpo, durante esses nove meses, haverá o elastecimento do psiquismo materno, na tentativa de encaixar o novo integrante familiar.

No entanto, esse bebê, para o qual a mulher se prepara, é um bebê idealizado e ele não necessariamente – e muito possivelmente – não corresponderá a todas as suas expectativas. O encontro com o bebê real só se dará após o parto. E, em muitos casos, esse encontro não é tão somente prazeroso, implicando uma tarefa psicológica da mãe: a elaboração da perda de seu bebê ideal a partir do momento que se relaciona com o bebê real.

Dez entre dez mulheres que nos procuram, relatam que o puerpério é uma fase difícil e que não imaginavam que seria assim. Privação de sono, de fome, bagunça na casa, desencontro entre o casal, desespero ao ouvir um bebê chorar e não saber por que ele chora – “O que ele quer agora?” – passam a fazer parte da rotina da mãe e do pai e os desavisados sofrem muito mais, pois passam a acreditar que o problema está neles que não estão sabendo cumprir com a sua função.

Sim, meus queridos, o puerpério é uma prova de fogo! Os bebês nos reviram do avesso e nos colocam numa posição tão difícil de assumir: a de que nada sabemos sobre eles, em princípio. E isso tem uma razão: não há como saber sobre alguém que acabamos de conhecer! Sim, eu sei, ele estava em sua barriga, mas lembre-se: era o bebê idealizado por você e nem todas as expectativas geradas por ti serão, necessariamente, correspondidas. Por outro lado, ele não é um completo estranho e ninguém saberá mais dele do que você. Basta que se permita, se perdoe e tente ao máximo, levar esse momento com mais leveza.

Então, vamos falar o que é esse tal de puerpério, sobre as possibilidades de conflitos psicológicos e quando é necessário buscar ajuda profissional.

Puerpério

O puerpério, assim como a gravidez e o parto, é considerado um período de crise pois implicam não somente mudanças orgânicas e hormonais, mas profundas modificações psicológicas em que o fisiológico e o psicológico implicam-se mutuamente, quase de forma indistinta.

Diante das inúmeras mudanças acarretadas a partir do nascimento de um filho, talvez a mais complexa seja a abertura do vão inconsciente que nos coloca diante da nossa própria história, de modo a reviver inconscientemente o vínculo precoce da mulher com sua própria mãe. Raphael-Leff  (1997) descreve sobre essa oportunidade de rever velhos desequilíbrios: “as primeiras semanas após o nascimento não são meramente um período de aprender a lidar com um novo bebê, mas um apaixonado confronto com um ser que esteve em seu interior e (…) incita antigos resíduos da infância em ambos, mãe e pai” (p.127-128).

Corroboram com esse pensamento, os estudos que falam sobre aspectos trangeracionais e intergeracionais. O primeiro se refere a conflitos associados a gerações anteriores, principalmente a família de origem dos pais. Já o segundo está ligado à vivências da mãe com sua própria mãe. Em todos os casos, as representações maternas sobre sua própria mãe, sobre si mesma e sobre o bebê podem influenciar, mesmo que inconscientemente, a relação atual na díade mãe-bebê. (CABRAL, LEVANDOWSKY, 2010).

Quanto ao tempo de duração de um puerpério, essa é uma questão controversa para alguns autores. A exemplo, podemos citar duas mulheres dedicadas ao estudo da maternidade: enquanto Maria Tereza Maldonado, psicanalista brasileira, acredita que o puerpério é considerado o quarto trimestre da gestação, Laura Gutman, autora argentina de livros que exploram o universo da maternidade, acredita ser o período que persiste enquanto dura a fusão emocional com o bebê, em torno dos dois primeiros anos.

Uma grande confusão a respeito do que é considerado comum ou patológico a essa fase diz respeito a construção histórica acerca do puerpério e da depressão pós-parto. Estudado há séculos, o puerpério está nos relatos de Hipócrates, no século IV aC, onde havia a observação de que algumas mulheres desenvolviam transtornos mentais após o parto. A melancolia, a tristeza, a agitação física e psíquica, semelhantes à mania foram sendo observadas ao longo dos anos como fazendo parte desse momento, mas sempre levando-se os sinais e sintomas para o contexto patológico.

Durante o puerpério é comum que as mulheres estejam imersas no processo de encantamento entre ela e seu bebê. Essa imersão é necessária para o reconhecimento entre ambos e para a conseqüente formação do vínculo que, por sua vez, é necessária à constituição do bebê como sujeito. Winnicott já tinha alertado para esse sentimento que se inicia no final da gestação e pode durar algumas semanas após o nascimento do bebê, denominando-o “preocupação materna primária”. Assim, ele define esse estado de sensibilidade exacerbada de modo que a mãe, a partir dessa identificação com o bebê, sabe do que ele precisa:

“Essa condição organizada (que seria uma doença no caso de não existir uma gravidez) poderia ser comparada a um estado de retraimento ou de dissociação, ou a uma fuga, ou mesmo a um distúrbio num nível mais profundo, como por exemplo um episódio esquizóide, onde um determinado aspecto da personalidade toma poder temporariamente.” (WINNICOTT, 2000, pg. 401).

Veja, o conhecimento sobre o bebê é um processo que vem sendo conquistado com o passar dos dias após o nascimento. E por que estamos dizendo isso? Porque muitas mães se cobram a já estarem enamoradas do bebê assim que ele nasce, que o bebê a preencheria. É verdade que isso acontece com algumas mulheres, mas não é um requisito obrigatório. Esse pensamento de que o amor materno é instintivo está muito mais ligado a uma idéia socialmente construída.

Mulheres que não se vêem encantadas, enamoradas pelos seus bebês nos primeiros dias se cobram e sentem-se menos mães e, em algumas vezes, até menos humanas! Reforçar essa idéia nelas, as deixa mais vulneráveis e sentindo-se menos capazes de exercer a maternagem.

Baby Blues

Dentro do que é considerado como comum ao puerpério está o baby blues, que é um estado emocional do pospartum blues, caracterizado por um período esperado e transitório de instabilidade emocional, lágrimas imotivadas, tristeza súbita e transitória, introversão, irritabilidade e cansaço. Tem início entre o segundo e o quinto dia após o parto e pode durar até o primeiro mês de vida do bebê. Acomete de 80% a 90% das mulheres.

De acordo com Moraes (2010, pg. 51-52, apud Bydlowski, 2000, p.136),

“As causas para o blues são complexas, envolvendo o fim do estresse da gravidez e do parto, as novas condições hormonais, mas, principalmente, estão relacionadas a uma desorganização do ego materno, constituindo-se na “tradução emocional de uma espécie de desnudamento psíquico que permite à mãe lidar com o seu recém-nascido””.

Depressão Pós-Parto

Ainda de acordo com Moraes (2010), quando o baby blues não desaparece e, pelo contrário, se intensifica, mostrando-se severo e durável, ele se torna o precursor da chamada Depressão Pós-Parto.  Esta é acometida no período pós-parto desencadeada por dificuldades psíquicas da mulher em relação à maternidade e caracteriza-se por ser limitante, podendo durar meses sem melhora espontânea. Sem ajuda, se torna uma provação dolorosa no primeiro ano de vida com o bebê. E, embora acometa de 16% a 37% da população, o assunto ainda é um tabu, visto a construção social de que a mãe não pode sentir outra coisa pelo seu bebê, além de um amor imenso e incondicional.

A Depressão Pós-Parto tende a ser mais intensa quando há uma quebra de expectativa em relação ao bebê, a si própria como mãe e ao tipo de vida que se estabelece com a presença do filho; daí advindo prostração, desapontamento, impressão de não ser capaz de enfrentar a situação.  Segundo Maldonado (2005), a mulher, em sua identificação regressiva com o bebê, passa a solicitar cuidados e atenção para si, mobilizando preocupação nos familiares.

Dentre os principais sintomas da Depressão Pós-Parto, estão: desânimo profundo, cessação do interesse para o mundo externo, perda da capacidade de amar, inibição de toda a atividade, diminuição dos sentimentos de auto-estima, humor deprimido, irritabilidade, choro freqüente, falta de energia, agitação ou retardo psicomotor, capacidade diminuída para pensar e concentrar-se, transtornos alimentares e do sono, sentimentos de desamparo e desesperança, sensação de não dar conta do bebê, sentimentos de inutilidade ou culpa, pensamentos recorrentes de morte, bem como manifestações psicossomáticas como cefaleia, hemorragias, infecções, fissuras mamárias e dificuldades na lactação, entre outros. (MORAES, 2010)

Quando buscar ajuda?

Elaboramos esse texto com o intuito de ajudar a diferenciar o que é próprio do puerpério e o que é patológico. Isso porque acreditamos que a informação é uma forte aliada nossa, sobretudo em se tratando de uma época em que as informações estão à disposição, porém nem sempre confiáveis e algumas vezes, até confusas.

Quando uma mãe sente que algo não está seguindo o curso esperado, ou quando sente uma angústia muito forte, é necessário levar em conta aquilo o que sente. O puerpério é um momento de despedida entre aquilo que fui e aquilo que agora serei, é a despedida entre o bebê que antes era somente meu e agora passa a ser nosso (de toda a família), o ideal do real.

Profissionais da área de saúde, em especial obstetras e pediatras, estejam atentos quando uma mãe lhe falar sobre uma angústia, uma dor, um incômodo advindo da experiência da maternidade que não a permite exercer esse papel ou até que permite, mas causando-lhe uma profunda tristeza. Sim, isso pode ser normal e passa. Mas, em alguns casos, pode ser um pedido de ajuda que não cabe ser negado.

Feridas que nem se sabia existir podem ser abertas diante da chegada de um filho. Dores antigas podem ser revividas. E quando isso acontece é importante aproveitar o momento para reorganizar os sentimentos, evitando que eles passem adiante, de mãe para filho, pois se já sabemos que isso pode acontecer, de acordo com a teoria das transmissões trans e intergeracionais.

De todo e qualquer modo, é necessário ouvir a mãe. E ouví-la sem julgamentos e sem minimizar e/ou menosprezar seus sentimentos. Pelo contrário: é importante validá-los! Estar atento à relação entre ela e o bebê visando verificar se o seu estado interfere na relação, e se o faz a ponto de prejudicar o desenvolvimento do bebê.

Uma mãe que sofre, que está angustiada diante desse novo papel precisa de acolhimento e, em algumas situações, de ajuda profissional para evitar que essa dor na alma se alastre e que atrapalhe o vínculo com seu filho.

No IV Encontro Brasileiro para o Estudo do Psiquismo Pré e Perinatal, ao apresentar seu relato sobre atendimento psicológico pós-parto: uma ação preventiva, Silvia Pinheiro Machado nos diz que o atendimento psicológico no puerpério situa-se no âmbito da Psicologia Preventiva. O psicólogo estaria, aqui, na função de cuidar de um momento tão intenso, capaz de sensibilizar, de fragilizar, de deprimir visto que este período é “um momento em que tudo está exposto, sensível à luz.” (SZEJER, 1999).

Que possamos aproveitar desse momento para promover a resignificação de feridas e dores antigas e abrir-nos para novas experiências.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

❇ CABRAL, Stela Araújo; LEVANDOWSKY, Daniela Centenaro. Representações Maternas: aspectos teóricos e possibilidades de avaliação e intervenção clínica. Estilos da Clínica. Porto Alegre. V. 16, N. 1. p. 186-203, Maio-Nov. 2010.

❇ MALDONADO, M.T. Psicologia da Gravidez. 17ª Ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2005.

❇ MORAES, Maria Helena Cruz de. A Clínica da Maternidade: os significados psicológicos da depressão pós-parto. 2010. 178f. Tese (Doutorado em Psicologia) – Área de concentração: Processos Psicossociais, Saúde e Desenvolvimento Psicológico. Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2010.

❇ RAPHAEL-LEFF, J. Gravidez: a história interior. Porto Alegre: Editora Artes Médicas, 1997.

❇ SALES, Lea Maria Martins. A “loucura das mães: do desejo à realidade do filho. In.: ROHENKOHL, Cláudia Mascarenhas Fernandes. A Clínica com o Bebê. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2011.

❇ SZEJER, Myriam. A Escuta Psicanalítica de Bebês em Maternidade. ABREP – Associação Brasileira para o Estudo do Psiquismo Pré e Perinatal: Casa do Psicólogo, 1999.

❇ WINNICOTT, D. W. Da pediatria à psicanálise: obras escolhidas. Rio de Janeiro: Imago Ed., 2000.


Exibindo eu311.png  Texto escrito por Lorena Viena
Psicóloga membro Grão de Amor | Assistência Especializada Materno-Infantil
Especialista em Saúde na Infância
    (75) 9.8841-2262

NASCE PRIMEIRO BEBÊ DAS CLÍNICAS IVI COM TECNOLOGIA AneVivo

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  • A primeira clínica do grupo de reprodução humana IVI a receber a tecnologia AneVivo foi IVI Bilbao e também a primeira clínica espanhola a implantar o novo tratamento
  • Dispositivo permite a fecundação e desenvolvimento do embrião in vivo (dentro de uma capsula porosa no útero da mãe), permitindo um processo mais natural que o in vitro, no laboratório de reprodução humana

IVI Bilbao, clínica de reprodução humana do Instituto Valenciano de Infertilidade que também possui clínicas no Brasil, conseguiu pela primeira vez na Espanha o nascimento de um bebê mediante a nova técnica de fecundação natural chamada AneVivo, desenvolvida pela empresa Suíça Anecova e selecionada como tecnologia pioneira em 2008 pelo Fórum Econômico Mundial. AneVivo permite a fecundação e desenvolvimento inicial do embrião no útero, no lugar de no laboratório, que é como acontece no tratamento de Fertilização in Vitro.

O processo consiste na introdução dos óvulos e espermatozoides unidos em um dispositivo intrauterino para que a fecundação e posterior desenvolvimento embrionário aconteça dentro do útero, no lugar de numa incubadora. Posteriormente, o dispositivo é retirado para a seleção dos melhores embriões ou embrião, que será introduzido novamente no útero materno para sua implantação. “Este método permite que o embrião seja fecundado e se desenvolva desde suas primeiras horas no seu meio ambiente com as mesmas condições de luz, temperatura e nutrientes que teria se tivesse sido concebido de forma natural. Do ponto de vista psicológico, permite aos pais estarem mais próximos ao processo de reprodução assistida”, explica Dr. Marcos Fernando, diretor médico do IVI Bilbao.

Dra. Genevieve Coelho, diretora clínica do IVI Salvador explica que esta tecnologia possibilita a passagem de fluidos, nutrientes e outros componentes celulares e não celulares através de uma membrana porosa que facilita a interação entre embriões e entorno materno de um modo mais fisiológico. “Os resultados do tratamento foram validados no IVI Bilbao e ali já está sendo oferecido aos nossos pacientes, porém no Brasil ainda não temos uma data para trazer esta nova tecnologia” comenta Dra. Genevieve.

Anecova está começando a comercializar a tecnologia Anevivo em determinados centros de prestigio internacional, sendo a clínica IVI Bilbao uma das primeiras a utilizar e participar ativamente do seu desenvolvimento. “Estamos orgulhosos do nascimento desse primeiro bebê com a ajuda de uma de nossas clínicas” comemora Dra. Genevieve. IVI Bilbao se tornou um centro de excelência para os procedimentos de fecundação natural em reprodução humana” comenta Martin Velasco, presidente e fundador de Anecova.

 

Sobre o IVI

Com sede em Valência, na Espanha, o Instituto Valenciano de Infertilidade (IVI) iniciou suas atividades em 1990. Possui mais de 50 clínicas em 11 países, incluindo Brasil, e é líder em medicina reprodutiva. O grupo conta com uma Fundação, um programa de Docência e Carreira Universitária.

EXCESSO DE PESO NA INFÂNCIA

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Excesso de peso (sobrepeso e obesidade) na infância e adolescência é um problema de saúde pública internacional, sendo o Brasil um dos países deste cenário. No último censo realizado no território brasileiro, Pesquisas de Orçamentos Familiares (POF), realizado em 2008/2009,  uma em cada 3 crianças de 5 a 9 anos estava acima do peso recomendado pela OMS.

 

Esse problema de saúde – excesso de peso infanto-juvenil – é um importante motivo de preocupação para os pais nos consultórios de pediatria, contudo uma grande parcela dos pais ainda negligencia a doença, não a reconhecendo como um problema merecedor de intervenção. Muitos pais e até profissionais acreditam que deve esperar a criança crescer para resolver o problema, baseando-se numa falsa premissa de que o crescimento resolverá espontaneamente a situação.

 

Indubitavelmente o tratamento do excesso de peso requer suficiência de conhecimentos científicos na área da nutrição para que a população pediátrica receba orientações alimentares adequadas e, portanto não sejam expostas a tratamentos ineficazes e até danosos.

 

Nunca é demais reiterar que muito antes de pensar no tratamento ao excesso de peso infantil, pensemos nas medidas preventivas. As evidencias cientificas são consistentes que a primeira delas é o pré-natal, e este ultimo pressupõe a preparação de um ambiente saudável para o crescimento deste bebê, sendo a abordagem multiprofissional primordial nesta perspectiva. A segunda é o aleitamento materno exclusivo nos primeiros 6 meses de vida. A terceira inicia-se no segundo semestre de vida do bebê, é o inicio da introdução da alimentação complementar. A maneira como os alimentos são apresentados à criança será impactante na prevenção não somente da obesidade, mas no déficit de crescimento, anemia, obstipação intestinal, alergia, dentre outras.

 

Na fase seguinte, na idade pré-escolar (1-6 anos), propiciar uma vida fisicamente mais ativa, estimulando diversões como esconde-esconde, pega-pega, dança, velotrol dentre outras, representa não somente previne o excesso de peso, mas auxilia o processo de formação de uma consciência corporal desde a mais tenra idade.

 

Entretanto, a despeito do recomendado pelas organizações de saúde essas medidas preventivas estão bem aquém do dia-a-dia das crianças. O desmame precoce, a introdução inadequada de alimentos no inicio da vida e a restrição do lazer a atividades sedentárias são uma regra de comportamento.

 

Estamos assim diante de um DESAFIO da sociedade. E enquanto estamos aqui discutindo o problema está aumentando… É sabido que não podemos esperar exclusivamente por iniciativas pessoais e que as intervenções políticas amplas são fundamentais neste enfrentamento. Neste propósito, à regulamentação das propagandas referentes à alimentação infantil, o Programa de Saúde na Escola, o Programa Nacional de Alimentação Escolar, o Programa de Saúde da Família, a puericultura, o estímulo aos pequenos e médios agricultores, a ampliação de praças públicas de lazer são grandiosos exemplos.

 

Cabe a nós profissionais da saúde, pediatras, nutricionistas, educadores físicos dentre outros, participar ativamente deste debate, bem como se atualizar cientificamente em busca de uma prática eficiente, efetiva e segura. As crianças que chegam aos consultórios precisam de cuidados adequados, iniciando com uma anamnese detalhada, um bom exame físico e um diagnóstico nutricional preciso. Diante disso temos a base de um tratamento responsável e com chances elevadas de sucesso.

 

Na Nutrição muitos mitos precisam ser derrubados e um novo paradigma ser difundido. As crianças com excesso de peso continuam sendo crianças, e precisam ser respeitadas enquanto crianças no seu aspecto biopsicossocial. Do ponto de vista de recomendações nutricionais, essas crianças não precisam somente de fibras, carboidratos complexos, vitaminas e sais minerais, elas ainda continuam necessitando de muita caloria e de gordura de qualidade para o seu crescimento e desenvolvimento.

 

O objetivo principal no tratamento do excesso de peso na infância e adolescência é a adoção de práticas saudáveis de vida e entre as mesmas, a alimentação saudável. Às metas específicas em relação ao peso corporal, depende da idade da criança, do grau de excesso de peso e da presença ou não de co-morbidades (doenças associadas ao excesso de peso). Assim sendo, depreende-se que as metas estabelecidas para duas crianças com a mesma idade podem ser bem diferentes a depender da sua condição clínica inicial.

 

Nunca é tarde para desestimular o uso excessivo de preparações com alta concentração de amido e de sacarose, como mingau, achocolatados, biscoitos recheados, balas em geral, sucos adoçados principalmente os industrializados. Bem como nunca é tarde para estimular o consumo de laticínios integrais, RAÍZES (inhame, aipim, batata doce), cereais integrais nas suas diversas formas (arroz, biscoitos, bolos), frutas, verduras, legumes e muita água.

 

Autoria: Ms Bárbara AndradeNery

Nutricionista Infanto-Juvenil

Preceptora na Residência Multiprofissional de Saúde na Infância no Hospital das Clínicas da UFBA

Nutricionista na Clinica de Especialidades Pediátricas Ceci

Telefones: (71) 99147-6298 (71) 3500-4115 (71) 3500-4116

O tempo passou rápido, seu bebê vai para a Creche e você, trabalhar!

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por  Ósia Vasconcelos Matos

 

 

O tempo passou rápido, seu bebê vai para a Creche e você, trabalhar! Enquanto se envolve na

arrumação dos detalhes, pensa na forma como tudo foi planejado para a uma estadia tranqüila; a

escolha do local cuidadosamente pesquisada; as reuniões de orientações etc. O coração

descompassa tentando conciliar o cuidado com a culpa e você se pergunta: Como meu bebê será

tratado na Creche? Sentir-se- á bem, longe da mamãe? O que acontece exatamente numa escola

maternal? O que faz parte da tão falada aprendizagem que ocorre na Educação Infantil?

Para esclarecer suas dúvidas quero compartilhar os três “As” que fazem parte da relação bebê,

família e Creche em três momentos importantes: ADAPTAÇÃO; ACOLHIMENTO;

APRENDIZAGEM.

1. ADAPTAÇÃO

A adaptação do bebê ao mundo começa na família

O bebê apreende o mundo desde o ventre materno. Em seu processo de desenvolvimento

fetal já constrói com sua mãe um vínculo afetivo. Aprende a relacionar-se com os pais e vai

repetir esse padrão amoroso em outros relacionamentos por toda a vida. Todo ser humano

nasce propenso a estabelecer vínculos. Essa capacidade é inata, mas precisa ser estimulada

adequadamente para que se concretize. E eles nascem também com um repertório de

comportamento de apego… aquele beicinho… que a gente conhece bem, o chorar, fazer

contato visual, agarrar-se, aconchegar-se e sorrir.

A família precisa conhecer a natureza do vínculo mãe-bebê/mãe- criança na organização

psicossomática infantil, dadas as possibilidades preventivas e terapêuticas decorrentes. Esses

momentos iniciais bem estruturados acompanham a sua boa adaptação a Creche e a outros

grupos sociais. Quando uma criança está apegada ela tem um sentimento especial de

segurança e conforto na presença dos outros e pode usá-lo como uma “base segura” a partir

da qual explora o resto do mundo.

Adaptação a Creche

Em meio a construção de vínculos afetivos o bebê vai para a Creche. Esse momento

demanda especial atenção e aprendizagens para todos os envolvidos. Família, escola e

criança, descobrem sobre convívio, segurança, ritmos e exploração de novos espaços, entre

tantas outras coisas. A estadia no novo ambiente exige cuidados do tipo:

1. Bebês se sentem à vontade quando a creche acolhe objetos pessoais de todos: a

2. Fotos com os parentes e animais de estimação podem ser colocadas em murais ou

fraldinha que cheira, travesseiros, almofadas e seus brinquedos preferidos, pois os

unem a família.

plastificadas para que eles possam manusear à vontade. Servem para matar a saudade

de casam

Esses elementos dão a sensação de extensão da casa na instituição.

2. ACOLHIMENTO

Ao bebê

No princípio é comum o choro da saudade. Quando isso acontece a saída é o colo e

conversas sobre o momento em que reencontrarão a família novamente. É preciso manter

uma boa música no ambiente para relaxar o bebê quando estressado. Receber os pais em

algum momento do dia (para a amamentação), por exemplo; fazer uma visita rápida para

pegá-lo no colo; levá-lo mais cedo para casa, contribui no processo da construção de vínculo

seguro com a família. Os pais devem evitar ao máximo os atrasos na hora de buscá-los.

Acolhimento aos pais por parte da creche:

1. Explicação do planejamento pedagógico;

2. Apresentação dos espaços e funcionários;

3. Acompanhamento de um dia da sua rotina;

4. Proporcionar encontros com diferentes profissionais para orientações específicas. Como

por exemplo, sobre o desenvolvimento da criança na Educação Infantil.

5. Fotos das crianças em diferentes situações, como a brincadeira no tanque de areia, a hora

do lanche, o abraço apertado no brinquedo querido e os olhares felizes em direção as fotos

da família, devem ser compartilhadas com os pais.

3. APRENDIZAGEM – Existe ensino na creche? A criança só brinca?

Para as crianças, o mundo é uma grande descoberta. Ao nascer, os bebês são apresentados

a um universo de formas, texturas e espaços, que deve ser explorado com autonomia. Toda

interação no ambiente escolar é um ato de ensino, inclusive situações que reforçam o vínculo

entre adulto e bebê é uma vivência para a aprendizagem. Sobre essa questão, o educador

francês Henri Wallon (1896-1934) destacou a afetividade como um dos campos funcionais

sobre os quais se estrutura a cognição. Assim, com trocas afetivas, a criança é capaz de

conhecer o mundo. Mas, o fato de que os bebês interagem, aprendem e constroem

conhecimentos antes mesmo de falar muitas vezes é ignorado. Eles precisam ser respeitados

e não apenas tratados como bonecos, que só devem estar limpos, cheirosos e bem

alimentados.

Na separação dos pais, o espaço potencial é preenchido pelo brincar criativo aliado ao

desenvolvimento do pensamento.

O brincar é importante porque…

1. brincando também se aprende;

2. permite a autodescoberta;

3. é base da construção da cognição e personalidade;

4. proporciona a construção das relações com o meio ambiente;

5. permite desenvolvimento integral motor e social;

6. estimula a criatividade e a conquista de habilidades;

Além de ser uma necessidade para a criança, brincar é um direito assegurado por Lei, base

da proposta curricular nos Referenciais da Educação Infantil. Através do brincar a criança

desenvolve-se e forma seu caráter. Brincando ela vai vivenciando situações positivas de

satisfação e negativas de frustração, dessa forma vão aprendendo a conviver socialmente.

Os pais devem “Vestir a camisa da Creche” e como parte de um time apóiam-na, defende-a

com unhas e dentes! Comemoram juntos fracassos e vitórias. Integrados, exercer de forma

assertiva seus direitos e deveres.

Ósia Vasconcelos Matos

Pedagoga, Psicopedagoga e Psicoterapeuta de família

CONGELAMENTO DE EMBRIÕES PARA ADIAR A GRAVIDEZ

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Diante do risco de microcefalia, aumentam as consultas de casais sobre congelamento de embriões ou óvulos para adiar a gravidez. Esta alternativa preserva as chances atuais de engravidar com relação à qualidade genética por tempo indeterminado, algo necessário para aqueles que estão em tratamento de fertilidade ou que por conta da idade podem ter problemas para ter filhos caso tenham que esperar muito para dar inicio às tentativas de gravidez.

“Após os 37 anos da mulher, independente de sua saúde, a queda da fertilidade é acelerada, por isso não é recomendável esperar para engravidar. Diante dessa situação muitos estão optando pela técnica de congelamento para a preservação da fertilidade” explica Dra. Genevieve Coelho, especialista em reprodução humana e diretora do IVI Salvador. A especialista comenta que as dúvidas das atuais pacientes e também de outras pessoas tem sido grande desde a notícia do surto de microcefalia.

congelamento de óvulos e embriões é considerado seguro há mais de 10 anos. A técnica consiste em fazer a criopreservação, ou seja, o congelamento rápido em nitrogênio líquido e manter a uma temperatura de -196º os embriões que foram fecundados a partir dos óvulos e espermatozoides do casal. “Mesmo com sua segurança comprovada, continuamos fazendo pesquisas de acompanhamento sobre diversos parâmetros de saúde dos bebês que nasceram por esta técnica. Por exemplo, em setembro de 2015 pesquisadores do IVI confirmaram que não há diferença de peso e prematuridade entre bebês nascidos de embriões frescos ou congelados” afirma Dra. Genevieve.

O que fazer se não precisar dos embriões?

Principalmente para os casais que vão congelar embriões como medida preventiva de infertilidade, pode ser que quando decidam dar continuidade no plano de engravidar consigam obter a gravidez naturalmente. Neste caso eles não são obrigados utilizar os embriões, mas podem mantê-los como um seguro para um plano de segunda gravidez, caso precisem.

No momento do congelamento, o casal deve deixar por escrito sua decisão sobre o destino a ser dado aos embriões em caso de divórcio, doenças graves ou falecimento e também se desejam doá-los um dia, conforme a norma do Conselho Federal de Medicina (CFM). “Também existe a opção mais simples de somente congelar os óvulos, que são os gametas que mais sofrem com o fator idade” esclarece a especialista.

Como é feito o congelamento de embriões?

 


IVI Reprodução Humana

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Falando a verdade sobre a Toxoplasmose e Gatos!

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Por Dra Celina Veiga

 

 

Toxoplasmose é uma parasitose causada pelo protozoário Toxoplasma gondii. É

uma zoonose que está presente em várias regiões do mundo, mas a instalação da

doença no ser humano é rara.

No ciclo de vida do protozoário há os hospedeiros intermediários (aves, répteis,

anfíbios e mamíferos, inclusive o homem), onde os cistos (contaminantes) estão

presentes em vários tipos de tecidos (incluindo a carne) e órgãos, e o hospedeiro

definitivo, representado pelo gato. No interior deste, o ciclo reprodutivo do

protozoário pode também produzir oocistos que são eliminados nas fezes.

A forma mais comum de infecção pelo toxoplasma ocorre por via oral, pela

ingestão de carne mal cozida ou crua contaminada pelos cistos presentes nos

animais (carneiro, porco, galinha, etc), ou pela água, frutas ou vegetais crus,

contaminados com oocistos do parasita.

Desta forma, a contaminação pode ocorrer pela manipulação inapropriada e contato

com as fezes de gatos infectados. Há risco na convivência e ambiente com gatos

que estejam contaminados, em especial quando não há precauções

higiênicas ao limpar as caixas de areia e não se lava as mãos antes de

manipular alimentos.

Gatos conhecidos, bem cuidados, que não têm livre acesso às ruas e se alimentam

exclusivamente com ração não têm a chance de se contaminar, eliminando a

possibilidade de transmissão por esta via.

Pessoas educadas e preocupadas com a saúde sempre lavam as mãos (e/ou usam

luvas) ao fazer a higiene da casa, ao manipular as caixas de areia de seus gatos e

antes de manusear os alimentos. Com este cuidado simples, porém muito

importante, se protegem contra esta e várias outras

A toxoplasmose ainda pode ser adquirida na forma congênita, quando a

gestante transmite para o bebê durante a gravidez. Este é um quadro raro,

porém de grande preocupação, pelo risco de graves sequelas visuais, neurológicas

e hepáticas na criança.

O exame de sangue no pré-natal para saber se a mãe está imune (protegida)

contra a Toxoplasmose é de extrema importância para todas as gestantes. Cerca de

70% das mulheres brasileiras descobrem que têm anticorpos específicos contra o

toxoplasma nesta pesquisa. Isto indica que já houve contato prévio e que ela está

protegida contra uma nova infecção.

Atenção! Esse teste é importante mesmo para quem não tem gato em

casa. Lembre-se que a principal forma de infecção não acontece pelo convívio com

felinos, mas sim por ingerir carne contaminada.

Quando ocorre o quadro de doença há uma grande diferença de manifestação. Se a

pessoa está com imunidade preservada, o curso é na maioria das vezes sem

sintomas ou com sinais leves e inespecíficos (febre, linfonodos inflamados, dores

articulares e musculares). Após esta fase a pessoa fica com imunidade (resistência)

ao protozoário.

Mas, no indivíduo com sistema imunológico comprometido, as

manifestações podem ser graves e sistêmicas com envolvimento de pulmões, olhos,

coração e o cérebro, cujo quadro é chamado de neurotoxoplasmose.

O diagnóstico nestes casos e na gestante tem que ser realizado o mais

precocemente possível para que o tratamento contra a toxoplasmose seja

eficaz.

A ação do medicamento é para impedir a multiplicação do protozoário e diminuir a

chance das complicações graves e da toxoplasmose congênita.

Portanto, é muito importante saber e falar a verdade sobre a prevenção da

Toxoplasmose:

1) A forma mais comum de infecção pelo toxoplasma é comer alimentos como

carne mal cozida ou crua contaminada, ou pela ingestão de água, frutas ou

vegetais crus contaminados.

2) Gatos bem cuidados, ou seja, àqueles que não têm livre acesso às ruas, se

alimentam exclusivamente de ração e visitam o veterinário regularmente, não

são transmissores da doença.

3) As grávidas devem evitar a convivência com gatos desconhecidos ou que

tenham livre acesso às ruas e à caça.

4) Fazer o teste no pré-natal é fundamental, pois se a mulher já possui

anticorpos contra o Toxoplasma está protegida (imunizada) contra esta

doença.

5) Utilizar precauções como luvas e máscaras ao realizar a limpeza das caixas de

areia, caso conviva com gatos em especial com aqueles que têm acesso à rua.

6) Lavar bem as mãos antes de manipular os alimentos, assim como antes das

refeições, é medida de proteção simples e muito importante contra esta e várias

outras doenças.

Cuide bem da saúde de seu animal, alimente-o apenas com ração e não o deixe ir

para rua. A informação é muito importante para manter uma família unida,

saudável e protegida. Uma família completa e sem o sofrimento emocional

por imaginar que precisaria perder o convívio com seu gatinho nesta fase tão linda

de sua vida!


 

Celina Veiga | Médica – CREMEB 10.190 | Voluntária ABPA-BA

http://www.abpabahia.org.br/

Fontes acadêmicas:

http://www.biologico.sp.gov.br/artigos_ok.php?id_artigo=70

http://www.cdc.gov/parasites/toxoplasmosis/prevent.html

Adeus ano velho, feliz ano novo!

De Mãe para Mãe

Por Bianca Amorim – Coach de Mães

 
                                                                                 Foto. By Bianca Martinez

2015 está se despedindo de nós e junto com ele vai tudo aquilo que vivemos, ou não, este ano. Esses últimos dias do ano que se finda sempre são um misto de expectativa pelo ano novo que está por vir e angústia pelo que não ocorreu no ano que passou. Remoemos todos aqueles planos que fizemos no início do ano, e meio que para se desculpar consigo mesmo, refazemos as promessas, algumas vezes até acrescentando ainda mais metas para o ano seguinte. Poucos são os que conseguem fazer uma análise crítica e entender onde aconteceu o erro

Mas remoer ou culpar os outros, e/ou situações, não fará mudanças no passado e também não te ajudará a fazer um 2016 diferente. Então, o que efetivamente podemos fazer para mudar os rumos do próximo ano? O que levará seus sonhos e metas do mundo da imaginação para a realidade? Passo a passo não existe, afinal, se transformar sonhos em realidade fosse algo alcançável com uma “receitinha de bolo” não teríamos tantas pessoas insatisfeitas e tristes por não conseguirem atingir seus objetivos; mas elaborei algumas dicas que tenho certeza que poderão organizar suas ideias e, assim, quem sabe, o ano de 2016 seja um ano de realizações.

  • Autoconhecimento: O que você deseja? Você realmente quer isso que não está conseguindo concretizar? O que te motiva a querer isso? Porque é importante? Quais são os sabotadores que te impedem de conseguir alcançar os seus sonhos? Tem como amenizar estes sabotadores? Depende de quem para que este desejo se torne realidade? O quanto você está comprometida com isso? Está alinhado com seu propósito de vida?

  • Definições: Com base neste autoconhecimento alcançado, estabeleça seu principal objetivo para o ano de 2016, aquele que será seu foco. E isso inclui: data de realização, como fazer, quem irá apoiar, quais são os recursos necessários, quais os motivadores e sabotadores (bem como minimizá-los), quais os primeiros passos. Reparo, na maioria dos meus clientes de coaching, que todos são muito criativos e deixam a imaginação correr solta. Com tantas ideias fica difícil fazer alguma coisa sair do papel, afinal, gasta-se muito tempo pensando cada uma daquelas possibilidades. Por isso, se você deseja que este novo ano seja de concretizações, será preciso categorizar os sonhos e definir aquele que será seu principal foco. Não é preciso deixar de pensar nos demais, porém eles terão menor tempo investido até que o principal seja alcançado.

  • Organização: Com base nestas definições, chega a hora de se organizar, principalmente seu tempo, para que seja possível conciliar todos estes papéis sociais que a vida nos coloca (mulher, mãe, profissional, esposa, dona de casa…). Existem muitos métodos que podem te auxiliar nesta tarefa e eles são bem importantes nesta difícil arte de transformar sonhos em realidade. Disciplina também é de suma importância e por isso que é necessário questionar o seu grau de comprometimento real com este objetivo, pois isso influenciará em sua disciplina.

  • Ação: Essa é a parte mais importante de todo o processo, porém ela sozinha, desacompanhada do autoconhecimento, destas definições e da organização; não te levará rumo a conquista dos seus objetivos. É preciso uma boa base para que suas ações não sejam em vão e também para que levem rumo, não só ao alcance do objetivo, como também pela sua manutenção. Por isso, segure a ansiedade e pense bem em cada um destes itens antes de se colocar em ação. Isso te fará evitar alguns contratempos.

Sabemos como é difícil voltar a pensar em sonhos, objetivos e metas quando estamos mergulhadas no mundo da maternidade, que vem e vira aquele mundo que conhecíamos de ponta cabeça.  Porém, com base nestes 4 tópicos é possível conhecer essa nova mulher que surgiu após a maternidade e descobrir o que ela deseja concretizar no ano que vem.


Renascendo após a maternidade por Bianca Amorim

É de pequenino que se torce o pepino?

Artigos

 por Ósia Vasconcelos Matos

 

 

É um ditado do tempo da vovó, mas será que ainda é valido para hoje? Qual a idade ideal para começarmos a disciplinar os nossos filhos?

As crianças precisam de regras e limites, mas como fazer com que obedeçam a orientações? Como exercer a autoridade paterna e materna e como conquistar o respeito dos filhos?

 

Em nossos dias vivemos uma crise em relação a autoridade. Não podemos negar que carecemos de exemplos em todas as áreas da sociedade: familiar, política, religiosa etc. Ao mesmo tempo, nunca resistimos tanto as regras. Por isso, criamos continuamente sinalizações, multas, legislações que deem conta da sobrevivência e convivência no planeta.

Uma geração planta as árvores e outra aproveita a sombra. Este provérbio chinês se refere a educação de valores, comportamentos e uma ética que servirá de proteção para os nossos filhos. Mas, onde começa essa aprendizagem? Na família e na mais tenra infância mesmo. Ao contrário do que se pensava os bebês não são “bolhas”. Possuem mentes absorventes e já começam perceber e se comunicar com o as pessoas e ambiente muito cedo, desde a barriga da mamãe. Logo, nos primeiros meses, um bebê olha fixo para uma fisionomia, percebe as expressões faciais e começa a construir sentidos. Interessa-se sobremaneira pela linguagem, por isso conversar e explicar o que faz com ele e o que está acontecendo, o envolve e acalma.

A aprendizagem das regras, para o pequenino começa no cuidado para com ele. Normalmente os pais correm a cada sinal de que o bebê acordou e se inquieta no berço. Assim agindo não permitem que ele explore o espaço, relaxe e volte a dormir,  aprenda a gostar do seu berço e desenvolva a paciência para ser atendido. Ensinar a paciência é ensinar a tolerância!

Quanto mais tarde os pais deixam para começar a dar limites, mais difícil é conseguir que as crianças obedeçam. Desde os dois ou três anos elas já podem aprender tarefas simples como guardar seus próprios brinquedos depois de usá-los. Como a brincadeira é muito importante para a sua formação aproveite para incentivá-la brincando: – Vamos levar o carrinho para a sua garagem?

Alguns esclarecimentos  sobre a disciplina e uso de regras:

1 – O uso do “não” requer firmeza e constancia. Aquilo que é “não” deve ser não sempre. É preciso persistência e a repetição é importante para que a criança incorpore a ação.

 2 – Quem ama educa. Amar é acolher e disciplinar. Disciplinar significa ensinar. Não colocar limites permite que os filhos se tornem os “tiranos” da família.

 3 – Autoridade x Autoritarismo: O autoritário tenta se fazer obedecer por meio de ameaças, gritos ou violência. Ter autoridade é ensinar o filho a fazer não só o que você diz, mas o que você faz. Lembre-se: Os pais são modelos!

 4 – Muitos pais cedem a todas as vontades dos filhos e só levam em conta os desejos das crianças. O “mundo não gira” em torno dos nossos filhos, eles precisam aprender a conviver e respeitar o direito dos outros.

 5 – Seja firme e bom exemplo na hora da alimentação: São os pais que sabem o que é melhor para alimentação da criança e não a criança que deve decidir o que comer. Não quis comer o almoço? Guarde o prato e diga que ela não comerá outra coisa até o jantar. Deseja que ela coma legumes? Coma também.

 6- Se os pais atenderem prontamente a criança sempre que fizer uma birra estarão ensinando que vale a pena chorar e gritar! Nessas horas é preciso manter a firmeza com delicadeza. Combinar antes o comportamento esperado em cada ocasião é o melhor!

 7 – Pais sempre coerentes: Caso haja discordância sobre uma regra adotada, conversem reservadamente até chegarem um acordo. Brigar e desautorizar o outro não deve acontecer na frente da criança.

Sugestões de leitura:

DRUCKERMAN. Pamela. Crianças francesas não fazem manha: os segredos parisienses para educar os filhos. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013;

TIBA, IÇAMI. Disciplina: O limite na medida certa. São Paulo: Editora Gente, 1996;

ZAGURY, Tânia. Sem padecer no paraíso. Rio de Janeiro: Record, 1997.


OSIA VASCONCELOS DOS SANTOS MATOS, educadora. Graduada em Pedagogia, e pós  graduada em Psicopedagogia; Terapia de família e casal.

E-mail: osiamatos@adviserconsult.com.br

71 3326-7045 | 3495-1953 | 98871-6850

Artigos

Pela primeira vez na história, é esperado que crianças com 10 anos de idade tenham uma expectativa de vida menor que a de seus pais. O sedentarismo afeta não só a saúde, mas a economia, o desenvolvimento motor e até o desempenho escolar

Educar
Quando os pais dão o exemplo aos filhos de praticar atividades físicas regularmente, se exercitar torna-se um hábito.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera uma pessoa inativa aquela que faz menos de 150 minutos de atividade física por semana. Já uma criança na faixa etária de 6 a 17 anos precisa fazer no mínimo 300 minutos de atividade física por semana para não ser considerada sedentária. Isso significa 60 minutos de movimentação, cinco vezes por semana – que não precisam ser contínuos e podem ser feitos em blocos de 10 minutos, por exemplo. E aqui valem todas as formas de movimento físico: correr, caminhar, pular, girar, alongar, jogar, pegaretc.

A melhor maneira de garantir que o seu filho faça parte desse grupo saudável é fazendo da prática da atividade física um hábito familiar. Afinal, que melhor modelo que não pais dispostos e/ou atletas na hora de convencer o filho a deixar de ser preguiçoso e sedentário?

Além disso, é preciso incentivar uma vida ativa com atos concretos, não apenas pelas palavras. “Conhecimento por si só não muda comportamento. É preciso mexer em fatores da vida social. Práticas esportivas devem ser parte da nossa cultura”, defende Victor Matsudo, especialista em medicina esportiva e coordenador científico do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (CELAFISCS).

Confira as dicas dos especialistas de como incentivar uma vida ativa para o seu filho:

Como escolher corretamente uma bicicleta infantil

Dicas

As crianças estão em permanente mudança e a escolha de uma bicicleta adequada a eles pode ser uma tarefa complicada. Abaixo, algumas dicas a serem levadas em consideração na hora da compra

Na hora de comprar uma bicicleta para uma criança de idade específica, é frequente pensar que a mesma se tornará obsoleta muito rapidamente em função do crescimento da criança, sendo portanto um desperdício de dinheiro adquirir bicicletas no tamanho correto para aquela idade. Entretanto, não é agradável nem seguro ver uma criança montar em uma bicicleta grande ou inadequada para seu tamanho, já que com isto ele terá dificuldade em subir e descer da bike.

 

Se não bastasse a questão da altura da bicicleta, ainda ficam dúvidas sobre as diversas opções do mercado de bicicletas infantis. Qual o tamanho de roda completo? Devo comprar uma bicicleta com câmbio ou sem? E a suspensão? Para tentar ajudar, elaboramos abaixo alguma dicas úteis para quem pretende adquirir uma bicicleta para seu filho(a) pequeno(a):

Escolhendo o tamanho – Por ser o primeiro contato, é essencial que as crianças tenham sempre a bicicleta do tamanho certo. Comprar uma maior porque a criança vai crescer é perigoso, pois ela pode ficar insegura, se acidentar e até perder a vontade de pedalar. Ela precisa ter acesso fácil aos controles e comandos como os freios. Lembre-se também de sempre escolher um modelo leve para elas.

A altura do selim e do guidão – Caso você não saiba, as crianças, ao contrário dos adultos, necessitam tocar o solo com ambos os pés ao sentarem no selim. Sendo assim, tenha em mente que ao ajustar a altura do selim, deve ser mantida um espaço entre 2 a 3 centímetros entre o tubo superior e o cavalo (a medida da distância entre a virilha do ciclista e o chão). Quanto a altura do guidão, o ideal é que o mesmo esteja próximo a altura dos ombros. Um guidão muito baixo ou muito alto dificultará o controle da bicicleta.

As rodas – Atenção especial deve ser dada também ao tamanho da roda da bicicleta, para evitar que a criança tenha dificuldades em pedalar. Na tabela abaixo, o tamanho de roda ideal baseado na altura da criança

Idade Altura do cavalo Tamanho da roda
2 a 4 anos 35 a 42cm 12
4 a 6 anos 40 a 50cm 14
5 a 8 anos 42 a 55cm 16
7 a 10 anos 55 a 63cm 20
9 anos ou mais, até 1,50m de altura 60 a 72cm 24

Com câmbio ou sem – Ainda que um câmbio de várias velocidades possa parecer uma vantagem, para uma criança poderá parecer de uma complexidade desnecessária para um uso recreativo, além de adicionar peso. Caso opte por adquirir uma bicicleta com câmbio, dê preferência pelos de acionamento giratório (tipo Grip Shift), pois é mais simples e intuitivo para crianças. Confira se o acionamento é suave o suficiente para que seu filho possa utilizá-lo sem fazer força ou se machucar.

Suspensão – Assim como os certos modelos de amortecedores para bicicletas adultas, é frequente encontrar suspensões para bikes infantis com um funcionamento tão duro que não apresentam nenhuma vantagem além do aspecto estético, aumentando desnecessariamente o peso da bike. ao comprar uma bicicleta com amortecedor, tenha certeza de que o mesmo seja macio (não para o seu peso de adulto, mas para uma criança!), já que muitas vezes um garfo rígido cumpre melhor a função e não adiciona peso indesejado nem custo financeiro.

Componentes – Assegure que os componentes estão completamente adaptados ao tamanho e força da criança. Dê particular atenção as manetes de freio, que em bicicletas infantis de baixa qualidade costumam ter a empunhadura grande demais e exigirem força no acionamento. Cabos de freio não devem estar salientes nem desfiados. O ideal é que estejam protegidos por terminais de alumínio. As manoplas do guidão deverão ser macias e de diâmetro pequeno, para que as crianças possam segurar firmemente.

Cuidado com a corrente! – O acessório cobre-correntes é imprescindível para a segurança das crianças. Elas não precisam levar um susto enrolando sua roupa na corrente da bicicleta, ou mesmo machucando os pezinhos nas engrenagens da bike.

Acessórios – Leve em consideração a compra de itens como buzina e garrafinha. Isto para eles será mais um motivo de interesse. Lembre-se, se você gosta de colocar acessórios em sua bike, pode ter certeza que eles também.

Segurança – Por último, mas não menos importante, assegure-se de comprar também um capacete na medida apropriada (aquele seu capacete de reserva não serve) e conscientize seu filho sobre a sua importância. E toda vez que sair com ele para pedalar, dê o exemplo utilizando você também o capacete.

 


 

http://mtbbrasilia.com.br/2013/07/29/como-escolher-corretamente-uma-bicicleta-infantil/

Família em Tirinhas por Juliana Rodrigues

De Mãe para Mãe

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A gente sabe que a maternidade nos transforma, vira nossa vida ao avesso,
nos inspira e muda nossos planos. Comigo não foi diferente. Sou mãe de um
menino de 7 anos e de uma menina de 4 anos. Desde que começaram a falar
eu estive atenta ao que eles diziam e descobri aí uma fonte de aprendizado e
diversão. Imagine ser acordada por um menino de 3 anos dizendo que queria
conversar sobre dinossauros e que eu precisava saber que existiam alguns
dinossauros carnívoros e outros “verduríveros”!! Há melhor forma de acordar??
A partir daí eu resolvi registrar todas essas conversas engraçadas em forma de
tirinhas. Criei uma página no facebook chamada Família em Tiras e logo comecei
a receber muitas e muitas mensagens com as histórias das crianças de diversas
famílias. Então deixou de ser um registro pessoal para ser um registro coletivo de
todas essas historinhas reais do cotidiano familiar! É uma página de conteúdo
leve pra alegrar o dia!! Convido vocês para curtir e acompanhar Família em Tiras.
Mande suas histórias, quem sabe também vira uma tirinha, né?

Um brande abraço,

Julianna Rodrigues

alakazam-familia-em-tiras


 

No facebook: fb/familiaemtiras
No Instagram: ig/familiaemtiras

8 sinais de que seu filho é saudável e você nem sabia – See more at: http://www.paisefilhos.com.br/bebe/8-sinais-de-que-seu-filho-e-saudavel-e-voce-nem-sabia#sthash.e7PbB8U4.dpuf

Artigos

Seu recém-nascido parece super frágil, mas conforme as semanas passam ele te dará algumas dicas de que tudo está bem.

Ainda que, no início, você não soubesse nada sobre recém-nascidos, conforme você e seu filho vão passando os dias juntos, já dá para saber a diferença entre os choros de fome e os de cansaço, a maneira como ele prefere ser colocado para arrotar, entre outras coisas. Mas as dúvidas, ah, as dúvidas, sempre estão lá, tirando nosso sossego e fazendo a gente se sentir insegura. Para te ajudar, listamos 8 itens que provam que está tudo bem com o seu filho.

 

  1. Seu filho frequentemente se acalma com seu toque e o som da sua voz

Isso prova que: ele está se desenvolvendo emocionalmente.

Recém-nascidos choram. Muito. Infelizmente, apenas conversar não vai fazer com que ele pare de chorar. Entretanto, sua voz era a trilha sonora dele enquanto ele estava na sua barriga, então é algo que realmente chamará a atenção dele. Quando o bebê se acalma na sua presença, é o primeiro passo para estabelecer um bom relacionamento com você e um sinal claro de que ele é está desenvolvendo seu emocional.

  1. Você troca as fraldas de 8 a 10 vezes por dia e seu filho continua ganhando peso.

Isso prova que: ele está tomando a quantidade suficiente de leite e crescendo em uma proporção saudável, ainda que a quantidade de leite que ele tome seja variada.

É importante comparecer a todas as consultas pediátricas após o nascimento do seu filho, para que o pediatra possa avaliar o quanto seu filho está crescendo. Um sinal de que está tudo bem são as fraldas molhadas. Acredite nesses indicadores ao invés de ficar preocupada com a quantidade do que ele ingere. Bebês não costumam comer a mesma quantidade todos os dias, o importante é ficar de olho no ganho de peso.

  1. Por pelo menos alguns breves momentos do dia, seu filho fica quieto e atento

Isso prova que: ele está observando o mundo e começando a aprender.

As primeiras semanas serão marcadas por mamadas (mais ou menos a cada 2 horas), dormidas (aproximadamente 16 horas ao dia, mas não seguidas) e no meio de tudo isso tem muito choro. O seu filho vai começar a passar mais tempo acordado quando estiver com mais ou menos 1 mês de vida, período em que ele ganhará mais controle dos músculos oculares e conseguirá se concentrar em algo (você, principalmente). Nesse momento você terá a noção de que tem uma esponjinha nas suas mãos. Quando ele estiver quieto e alerta, estará observando e absorvendo tudo a sua volta, processando todas essas informações novas.

  1. Seu filho presta atenção em novos sons e se acalma quando ouve música

Isso prova que: a audição dele continua se desenvolvendo e ele está usando o cérebro para discernir sons.

Bebês são capazes de ouvir desde o nascimento, mas leva algumas semanas para que eles consigam filtrar os sons. Com o tempo, alguns sons se tornam mais interessantes do que outros. A música, por exemplo, vai chamar a atenção do seu filho, seja de um brinquedo ou do rádio. Uma vez que você o ver reagindo à música procurando de onde ela vem, você saberá que seus ouvidos estão saudáveis e ele está curioso a respeito do que está ouvindo.

  1. Você o pega observando padrões, cores e movimento

Isso prova que: a visão do seu filho está ficando aprimorada.

Você pode até não imaginar, mas quando seu filho está encarando o ventilador em movimento, isso é um sinal de progresso. Bebês nascem com uma capacidade de enxergar apenas 20% da capacidade total e eles só conseguem visualizar apenas entre 8 a 12 polegadas de distância. Próximo aos 2 meses de idade, seu filho começa a enxergar padrões, cores brilhantes e objetos que rodam, como ventiladores e móbiles.

  1. Seu filho faz contato visual, sorri para ter atenção e dá risadinhas para as pessoas

Isso prova que: ele está se tornando uma pessoa sociável e feliz.

Entre 2 e 4 meses de idade, seu filho está aprendendo a se conectar com você e está adquirindo mais consciência do ambiente ao seu redor. Em certo nível, ele entende que pessoas interagem mais com ele quando se esforça. Quando ele está com 5 meses, sorrir quando alguém sorri para ele torna-se praticamente um reflexo. Esses comportamentos sociais são importantes indicadores de desenvolvimento da linguagem. Quando o seu filho faz sons com a boca, está testando as cordas vocais e logo deverá começar a falar.

  1. Seu filho começa a suportar o próprio peso corporal

Isso prova que: os pequenos músculos dele estão ficando cada dia mais fortes.

Muitos bebês conseguem sustentar a cabeça com 1 mês de idade. Já com 3 meses, eles normalmente o fazem com grande habilidade. Se o seu filho consegue sustentar a cabeça ou mudar de posição no seu colo, ele está flexionando seus músculos. Pequenos exercícios diários, como flexionar os pés até a barriga, ajudam o seu filho a se desenvolver mais rápido, o que facilitará na hora de começar a engatinhar.

  1. Seu filho começa a chorar menos e dormir mais

Isso prova que: o sistema nervoso dele está amadurecendo.

Alguns bebês chegam nesse estágio rapidamente e as mães podem dormir mais à noite, outros só alcançam esse estágio depois dos 4 meses de vida. Se o seu filho já passou dessa idade, tente fazer com que a rotina dele seja mais apertada. Então será a sua vez de dizer para si mesma: “meu bebê está ótimo”.

 

Tradução de matéria da Parents

Por Carolina Piscina, filha de Ana Maria e Osvaldo


 

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