Mamadeira e chupeta: 4 passos para seu filho largar os bicos de vez

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Tirar o hábito da chupeta e da mamadeira do seu filho – que foi um dia algo tão útil e acalentador – pode ser encarado com uma batalha sofrida para você e para ele. Mas não precisa ser assim. Confira

Por Cristiane Rogerio – atualizada em 14/10/2013 11h10

De modo geral, é costume tirar a chupetae a mamadeira a partir de 1 ano e meio e até os 3. Fazer isso pode representar uma perda para a criança – mas ela tende a sofrer menos do que os pais, que ficam morrendo de pena do filho. Não precisa ser assim. É possível vencer essa batalha em quatro passos – e poucas lágrimas de ambos os lados!

1. Assuma, seu bebê cresceu
Essas pequenas transições soam aos pais como uma perda. Sinais de que seu filho vai se entregando ao mundo, ou seja, que vai tornando “menos seu”. Racionalmente pode não fazer sentido, mas, emocionalmente, aceitar o crescimento da criança é a primeira batalha a se vencer. De fato, a chupeta está bastante associada à fragilidade do bebê, representa a necessidade dos cuidados dos pais. Enquanto a mamadeira tem o mesmo simbolismo do peito, no sentido de dar conforto e segurança. “Tirar esses hábitos não devem ser encarados como perda, pois não tem nada de prejuízo. É, sim, um benefício à criança. E, na verdade, a vida toda vai ser assim, com os pais mostrando ao filho o que ele ganha ao crescer”, diz Alessandro Danesi, pediatra do Hospital Sírio-Libanês (SP). E nada de ficar com pena! “Por que na hora de trocar a fralda pela cueca é bacana e trocar a mamadeira pelo copinho não? É o mesmo tipo de desenvolvimento”, diz Sandra de Oliveira Campos, médica do Departamento de Pediatria da Unifesp.

2. Vá aos poucos, mudanças acontecem gradativamente
Tanto a chupeta quanto a mamadeira devem ser tiradas aos poucos. Há especialistas que defendem que isso aconteça ao mesmo tempo, mas depende do que a família estiver vivendo. “Não seria muito bom, por exemplo, ser junto com o fim das fraldas, entrada na escola ou a chegada de um irmão”, afirma Luiz Guilherme Florence, pediatra e coordenador do grupo de estudos sobre desenvolvimento do Hospital Albert Einstein (SP). No caso da chupeta, o ideal é que, de início, seu uso se limite aos horários de dormir (inclusive as sonecas, sempre tentando retirar da boca da criança assim que o sono estiver mais pesado) ou quando a criança estiver diante de um grande estresse. Ou seja, sem essa de chupeta pendurada na roupa, na hora de brincar ou na cadeirinha do carro. Depois, é limitar para o sono da noite, até que venha o combinado de jogá-la fora.

Com a mamadeira, a primeira atitude é acabar com a mamada da madrugada – que, na verdade, nunca deveria ter existido. “Aquela ideia de quando o bebê chora no meio da noite é fome não é verdadeira. A partir dos 3 meses, a criança já não tem essa necessidade”, diz Luiz Guilherme. A segunda é introduzir o copo de transição para água e suco. Depois, usá-lo para dar o leite do lanche da tarde, se ele existir. Então, a mamadeira que sai é a da manhã, introduzindo a criança ao hábito completo do café da manhã (se for com os pais, melhor ainda!). Por último, a da noite. Isso tudo, claro, sempre alinhando com o pediatra a quantidade necessária de leite que deve ser ingerida pela criança

3. Programe-se. É você quem vai controlar o tempo
Quanto tempo vai demorar até seu filho esquecer os bicos? Difícil prever, mas não passar de um mês seria um ótimo limite. Também é importante não “sequestrá-los”, ou seja, tirá-los quando a criança não estiver olhando, pois ela deve participar do processo. “Os pais têm de dizer que estão indo guardar a chupeta ou deixar a criança guardá-la – e sempre em um local que ela tenha acesso”, diz Christine Bruder, psicanalista e idealizadora do berçário Primetime Child Development, em São Paulo. Também é importante que a mudança tenha uma meta na reta final, algo que motive seu filho a se esforçar. Pode até ser um combinado relacionado a alguma data importante ou acontecimento, como adiantar um presente que a criança esteja esperando.

4. Resista, ele vai pedir
Seu filho pode realmente aceitar o fim da era das chupetas e mamadeiras com extrema boa vontade, demonstrar que compreendeu a passagem e parecer feliz. Mas, na hora do aperto… sim, ele pode regredir e pedir. É aí que os pais mais têm que se mostrar firme. Não ceda. Se tirou a mamadeira da água, por exemplo, não volte atrás. Continue com a rigidez a cada etapa da mudança. Seu filho já não está usando bicos? Para essa fase final, o pediatra Alessandro Danesi tem uma dica: “Tire todas as mamadeiras e chupetas da casa, para não correr o risco de amolecer e ceder”.


Tática de guerra

Você seguiu os quatro passos direitinho, mas seu filho dá sinais de sentir muita falta dos bicos. Saiba como se blindar contra as situações que poderão aparecer e onde achar aliados para essa batalha:

Inimigo nº 1: o dedo
Seu filho desistiu da chupeta, mas descobriu que pode chupar o dedo. Nada de pânico. O primeiro conselho é ignorar quanto pode, sempre chamando a atenção da criança para outra coisa. Sabe aquilo do “se contrariar vai parecer ainda mais gostoso”? Pois vale aqui também. Ocupar a mão da criança com brinquedos é também uma ótima saída.

Tiro pela culatra
Tudo bem usar a imaginação para convencer seu filho a largar o bico, mas cuidado para não criar traumas ou estigmas. Aquela tática de falar “usar chupeta é feio” só vai piorar as coisas. Até porque a criança não vai se sentir estimulada a deixar o hábito por causa disso – e a consequência pode ser um estresse ainda maior. E nada de “mamadeira é coisa de bebê” assim, em tom pejorativo: se precisar se referir a isso, opte sempre para o lado positivo, mostrando quanto é bacana crescer e alcançar novas conquistas e aprendizados.

Arsenal escolar
Estar na escola pode funcionar como uma “torcida organizada”. Por ter os amigos na mesma “luta”, há os que podem servir como exemplo, além de ser um ambiente em que a criança tem outras distrações e estímulos (inclusive o de aprender novas formas de lidar com as frustrações sem recorrer aos dois acessórios). Agora, se seu filho for maior de 1 ano e meio e a escola não estiver estimulando o fim dos bicos, vale ter uma conversa com os educadores.

Golpe final
Seu filho desistiu do bico, mas ainda reclama de vez em quando. Experimente “esquecer” a chupeta ou mamadeira, no melhor estilo “sem querer querendo”. É aquela coincidência de ir viajar ou fazer um superpasseio e deixar a chupeta em casa. Não, a criança não precisa saber que a farmácia está lotada delas (e, muitas vezes, ela não está mesmo interessada em uma nova). Assim será uma ótima chance de você e seu filho lidarem com a situação.

Fonte. http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Comportamento/noticia/2013/04/mamadeira-e-chupeta-4-passos-para-seu-filho-largar-os-bicos-de-vez.html

Período fértil: Quando estou ovulando?

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período fértilTer o conhecimento do próprio ciclo menstrual é fundamental e forma mais confiável de calcular seu período fértil, pois não é possível adotar uma calculadora da fertilidade de forma padronizada já que cada mulher é diferente. Para saber quando está ovulando primeiro é preciso saber a duração completa do ciclo menstrual e diminuir 14 dias. Por exemplo, se o ciclo dura 30 dias, o dia da ovulação seria aproximadamente o dia 16, se o ciclo é de 24 dias, a ovulação estaria em torno do dia 10 e assim sucessivamente.

No entanto, ter menstruado não necessariamente significa ter ovulado, por isto após um ano de tentativas de engravidar, é importante procurar um especialista em reprodução humana para uma investigação completa dos fatores que estão afetando a demora em conseguir a gravidez.

 

Entendendo as fases do ciclo menstrual

Cada ciclo menstrual o corpo da mulher se prepara para engravidar e oferecer boas condições para o embrião se instalar no útero e evoluir à feto e finalmente nascer. Primeiro os óvulos se desenvolvem e se preparam para serem fecundados.

O inicio de cada ciclo é o primeiro dia da menstruação e o final é o dia anterior do inicio da próxima menstruação.

O mais comum é o ciclo menstrual que dura 28 dias, mas também são considerados normais os ciclos de 24 a 35 dias. Apesar dos ciclos poderem variar com relação à quantidade de dias, sempre está composto de 3 fases:

 

  • Fase folicular ou proliferativa: Entre o primeiro e o décimo terceiro dia do ciclo ocorre o crescimento folicular, muitos folículos crescem sendo que cada um contém um óvulo. No final deste processo apenas um deles é “escolhido” para completar sua evolução e ser liberado, enquanto os folículos restantes vão minguar. Enquanto isso acontece o engrossamento ou proliferação do endométrio, que é a capa interna do útero onde o embrião será instalado. O corpo está se preparando para oferecer as condições adequadas para a gravidez.
  • Ovulação: Entre os dias 14 e 15 do ciclo, o folículo se rompe e libera o óvulo para seu amadurecimento. A fecundação acontecerá se o óvulo estiver maduro e durante este período um espermatozoide que chegue pela trompa de Falópio conseguir penetrá-lo.
  • Fase lútea ou secretora: A última fase do ciclo tem uma duração aproximada de 12-14 dias, onde o aumento da produção do hormônio progesterona provoca mudanças no endométrio para que o mesmo esteja receptivo ao embrião.

Fonte.  http://blog.ivi-fertilidade.com/pt-br/periodo-fertil/#sthash.J4m6qTjJ.dpuf

10 dicas para escolher a melhor escola para o seu filho

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escola; criança (Foto: Getty Images)

Frio na barriga no primeiro dia, novos amigos, aprendizados e descobertas. É na escolaque tudo isso acontece. O que se vive lá contribui para a formação do ser humano e, por isso, escolhê-la é tão difícil. Na edição de julho da CRESCER, que está nas bancas, nós ouvimos 12 pais para saber as principais dúvidas na hora de buscar a escola das crianças e 11 especialistas em educação. Eles deram 73 dicas que vão ajudar você nessa tarefa. Aqui nós adiantamos 10 delas!

1- Faça uma lista
Antes de tudo, saiba exatamente o que você espera da escola. Elenque aquilo de que não abre mão, como espaço físico, profissionais qualificados, proximidade de casa, opção de período integral, oferta de cursos extracurriculares. Cada família tem seus próprios aspectos a considerar, por isso é bom criar uma lista de prioridades. Ao fazê-la, você visualiza o que deseja – e isso facilita a busca.

2- Em sintonia
Opte por uma escola que tenha a ver com o seu filho e o estilo da família. Não adianta, por exemplo, colocar a criança em um colégio religioso se vocês não são daquela religião.

3- Pesquise muito
Não há número mínino ou máximo de escolas que devem ser visitadas antes de fazer a escolha. Para alguns, pode acontecer logo de cara, na primeira visita. Para outros, leva tempo e muita pesquisa. A decisão final só deve ser tomada quando os pais se sentem realmente seguros e confiantes.

4- Converse
Aproveite a hora de saída ou entrada das crianças para conhecer pais de alunos da instituição. Converse com eles sobre questões básicas como alimentação, rotina, método de ensino… As repostas deles podem confirmar (ou não) suas impressões iniciais sobre a escola.

5- Leve a criança
Se você já eliminou diversas opções e ainda está em dúvida entre duas ou três escolas, leve seu filho para visitá-las. Quando a criança vai ao colégio, os pais percebem se ela simpatiza com o ambiente e o tratamento dos profissionais com ela.

6- Além do básico
O colégio deve ir além de apenas passar o conteúdo das aulas e cuidar da criança, mantendo-a limpa e alimentada. Eleja uma instituição que também ensine valores e estimule o desenvolvimento cognitivo, físico e social – independentemente da idade do seu filho.

7- Preço e qualidade
O alto custo de uma escola particular não significa, necessariamente, boa qualidade educacional. Há excelentes instituições públicas com projeto pedagógico interessante, enquanto algumas privadas têm projetos duvidosos. Não dá para generalizar.

8- A comunidade escolar
Leve em conta o padrão de vida dos alunos: ainda que você possa pagar a mensalidade, talvez não consiga acompanhar os hábitos daquela comunidade. Isso pode ser ruim para a criança, pois ela vai desenvolver um senso de inferioridade: é como se ficasse sempre atrás. Por isso, opte por uma escola que se ajuste ao seu padrão financeiro. Assim, seu filho se sentirá parte do grupo, terá assuntos semelhantes e poderá frequentar os mesmos lugares que os amigos.

9- Horários
Quando o pai e a mãe trabalham fora, é essencial questionar sobre o que acontece caso se atrasem para buscar a criança. Cada escola tem seu método: há desde as que não aceitam atrasos até as que cobram taxas extras pelo tempo a mais que a criança permanece ali.

10- Datas comemorativas
Se você sonha em ver seu filho fazendo apresentações em datas comemorativas como Dia dos Pais e das Mães, busque uma escola que ofereça isso. Algumas não realizam festas nessas datas. Outras fazem as comemorações internamente, só para as crianças. E há, ainda, as que realizam o evento e cobram pelo serviço (desde o figurino usado pelos alunos até os presentes ofertados aos pais).

Fonte.http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Escola/noticia/2014/07/10-dicas-para-escolher-melhor-escola-para-o-seu-filho.html

O consumo excessivo de açúcar aumenta riscos de doenças cardíacas

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Estudos  afirmam que os adultos que consumem mais açúcar tem quase 3 vezes mais riscos de morte prematura por complicações cardíacas. Existe um impacto vascular inflamatório após refeições ricas em carboidratos e picos de glicose no sangue. Participaram do estudo National Health and Nutrition Examination Survey mais de onze mil pessoas que foram acompanhadas durante cerca de 14 anos.

Quem consumiu entre 10% e 25%  do total de calorias em açúcar teve um risco aumentado em 30% de morte por doença cardíaca,  e quem consumia acima de 25% teve um risco de 175% maior de morrer por doença cardíaca.  O estudo foi pública no ano passado pelo Journal of the American Medical Association.

Evite colocar o açucareiro na mesa,  consumir alimentos  com muita açúcar como refrigerante, sucos industrializados, doces,  biscoitos em geral. Prefira sempre sucos  da fruta, sem exageros, pois existem frutas com alto teor de açúcar que devem ser consumidas moderadamente, principalmente,  pelos diabéticos. Dicas simples como essa no nosso cotidiano faz toda a diferença. #diabeticos #doencascardiacas #frutose #consumamenosacucar # menosglicose

Fonte. http://tamaraferreiranutri.blogspot.com.br/

Conselhos de verão para grávidas

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conselhos verão para grávidasCom o verão pela frente temos muito que curtir, mas quem está grávida pode ter dúvidas, como por exemplo, se pode tomar sol ou banho de imersão. Estas e outras questões são respondidas aqui pela Dra. Carolina Pazinatto, ginecologista do IVI São Paulo:

Exposição ao sol e a altas temperaturas:

  • Durante a gravidez podem aparecer manchas escuras na pele, conhecidas como melasmas, devido ao aumento de alguns hormônios. Assim, é importante sempre utilizar protetor solar todos os dias para evitar que estas manchas escuras aumentem e continuem marcando o rosto depois da gravidez. Normalmente o protetor solar habitual pode ser usado na gravidez, mas se quiser tirar dúvidas específicas, peça orientação ao seu médico.
  • No primeiro trimestre a hipertermia (aumento excessivo da temperatura corporal materna), especialmente no abdômen, pode afetar o futuro bebê, razão pela qual é aconselhável evitar tomar banho com água muito quente ou estar muitas horas exposta ao sol em altas temperaturas.

Posso tomar banho de mar e de piscina?

Tomar banho de mar e piscina não representa risco se a gravidez é normal, no entanto em determinadas situações a imersão em piscina e mar não é aconselhada, como, por exemplo, em casos de sangramento ou infecções de repetição. Na dúvida, converse sempre com seu médico.

De que forma o calor e umidade afetam a gravidez?

As condições de umidade genital provocadas pelo suor ou uso prolongado de biquíni molhado pode aumentar o risco de fungos genitais, a famosa Candidíase. Para evitar este risco você pode sempre levar roupa íntima e biquíni reservas para trocar quando estiver molhada.

Posso comer e beber de tudo?

Com o calor o consumo de sorvetes e bebidas frias com grande quantidade de açúcar podem ser um risco para o aumento de peso e também para aquelas que sofrem de diabetes gestacional, hipertensão e obesidade. Evite também as bebidas alcoólicas, que em qualquer dose são prejudiciais para a gravidez. E não se esqueça do mais importante: beber muita água diariamente.

É perigoso viajar de avião ou fazer viagens longas de carro?

Até o sétimo mês, caso sua gravidez seja normal e não haja contraindicação médica, você pode viajar de avião tranquilamente, lembrando que para viagens de mais de 3 horas é necessário movimentar as pernas para não aumentar o risco de trombose, e o mesmo conselho se aplica às viagens de carro. Lembrar-se de sempre usar suas meias elásticas pelo mesmo motivo. Nos últimos dois meses de gravidez não é recomendável viajar de avião.

Apesar dos cuidados, lembre-se: gravidez não é doença! Simplesmente é um estado natural do corpo que requer atenção para que você e o futuro bebê curtam as férias com tranquilidade e segurança.

Fonte. http://blog.ivi-fertilidade.com/pt-br/conselhos-gravidas/#sthash.TulV0EP3.dpuf

Filho único: problema ou solução?

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De um lado, a chance de dar toda a atenção do mundo e oferecer o que há de melhor pelo fato de não ter que dividir as despesas. Do outro, o medo de que a criança se sinta sozinha e não tenha com quem dividir a vida no futuro. O dilema de ter apenas um filho é o tema do livro Primeiro e Único, da jornalista norte-americana Lauren Sandler, e que acaba de chegar às livrarias no Brasil

Por Tatiana Bonumá – atualizada em 28/05/2014 11h54

Antes de ter filhos, a jornalista norte-americana Lauren Sandler, 39 anos e casada há 11, dizia-se convicta sobre os benefícios de ser a única criança da casa. Surpreendentemente, quando engravidou de uma menina, Dahlia, hoje com 5 anos, perdeu certezas e ganhou dúvidas: será que minha filha será solitária e mimada semirmãos? Vou prejudicar o desenvolvimento dela se não tiver uma segunda criança? Diante dessas questões, a própria vivência parecia não dar conta de tanta aflição e ela partiu para os estudos científicos. Passou três anos lendo teses e livros sobre o assunto, viajou para países como China, Japão, Áustria, Alemanha, França e Itália para entrevistar especialistas (psicólogos, sociólogos, historiadores e demógrafos) e conviveu comfamílias nessa situação para checar se o que a literatura indicava fazia sentido na prática. Tudo isso resultou no livro Primeiro e Único, lançado no Brasil no início de maio pela Editora LeYa (R$ 29,90). Em entrevista exclusiva à CRESCER, Lauren contou o que descobriu. Acompanhe:

Além de autora do livro Primeiro e único, Lauren Sandler é jornalista e repórter nos EUA (Foto: Divulgação / LeYa)

CRESCER: Ao escrever o livro, você encontrou as respostas que procurava?
Lauren Sandler: Encontrei dados bem interessantes que contradizem o senso comum. Um dos principais é: o estereótipo de que o filho único é solitário, egocentrado e que tem dificuldade para se adaptar socialmente persiste apesar de centenas de estudos negando isso. Os autores afirmam que crianças podem apresentar essas características independentemente de ter ou não irmãos. Os acadêmicos que estudam isso há mais de um século já derrubaram esse mito. Mas essa “atualização” não chegou à vida cotidiana. As pessoas continuam considerando as ideias antigas sobre o filho único para tomarem decisões importantes sobre a própria vida.

C.: Apesar das pesquisas indicarem o contrário, por que sobrevive a ideia de que ter só um filho é algo negativo?
L.S.: Há muitas explicações para isso, e elas nos remetem aos primórdios. O ser humano teve que se multiplicar amplamente para garantir a sobrevivência na Terra. Era condição para manter a espécie. Depois, nas sociedades agrárias, tinha-se muitos filhos comoforça de trabalho. Mais filhos, mais produção, o que aumentava as chances de uma vida bem-sucedida.

C.: Mas a revolução industrial mudou completamente isso, não?
L.S.: Sim, filhos passaram a significar mais gastos do que ganhos, em termos financeiros, e, então, as famílias foram diminuindo. A mulher passou a participar do mercado de trabalho, a ter direitos e poderes. Tem o desejo de ser mais do que mãe, quer ter uma carreira, manter sua liberdade e construir uma vida feliz, mas isso ainda é mais um tabu. Honestamente, acredito que, apesar de a mulher ser independente na prática, emocionalmente a sociedade não lida bem com a ideia de ela ser livre. Há um senso comum silencioso que acredita que mais do que ser profissional, cidadã e esposa, ela precisa ser mãe! Por isso, deve ter vários filhos, fazendo-a ter uma atenção muito focada na vida doméstica. Assim, continuamos a propagar lendas coerentes com esse contexto psicológico, como a de que ter um filho só é ruim.

C.: Isso casa com a afirmação que você faz no livro sobre felicidade feminina?
L.S.: Sim, acredito que para ser uma boa mãe, primeiro, você precisa ser uma pessoa feliz. Assim, é mais fácil educar e lidar como dia a dia da criança. Foi isso que me fez decidir se eu teria ou não mais filhos e foi esse mesmo “norte” que minha mãe usou para definir que não teria mais bebês.

C.: Depois de tanta pesquisa, você acha que crianças sem irmãos são individualistas e mimadas?
L.S.: Os estudos científicos não relacionam esses dois aspectos. Até porque a escola de hoje é uma importante equalizadora, que coloca todos num mesmo patamar, estimula a troca e o convívio igualitário, reprimindo atitudes que beneficiam apenas um. Quanto a ser mimado, dependerá mais do comportamento dos pais do que da circunstância da criança. Quando eles tendem a ter essa atitude, podem mimar um, dois ou três filhos. Se não têm essa postura, também não terão com um filho só. Para a criança, há vários caminhos para aprender as mesmas coisas. Você exercita a generosidade, por exemplo, com irmãos, primos, amigos ou colegas de classe. Não há formas melhores ou piores, há maneiras diferentes. Isso é normal na trajetória de desenvolvimento de qualquer um.

C.: No livro, você também diz que ser a única criança da casa é uma maneira poderosa de crescer. O que isso significa?
L.S.: Digo poderosa no sentido de intensa. Não há distrações, você é foco único. Seus pais acompanham seu crescimento muito de perto. E você também acaba observando a trajetória dos pais com mais proximidade. Isso amplifica as vivências, no sentido de que, se você aproveitar, pode aprender mais, ter um repertório mais aprofundado.

C.: Muitos pais decidem ir para a segunda gestação alegando que, quando eles se forem, não querem que os filhos enfrentem essa dor sozinhos. O que você acha?
L.S.: Sim, a questão da morte dos pais é um aspecto pesado para qualquer filho único, não há como negar. Porém, deve-se avaliar que ter irmãos não é garantia para nada. Você pode construir um vínculo saudável e de apoio com eles ou ter uma relação destrutiva e pouco acolhedora. Não dá para prever. Na falta dos pais, ter ou não irmãos interfere na vivência da dor, mas é apenas uma parte dessa experiência e não ela inteira.

C.: Sua filha pede para ter irmãos?
L.S.: Sim. E é difícil, não vou mentir. Acho que ela seria uma ótima irmã mais velha. Mas conversamos sempre sobre como nossas vidas mudariam e como somos felizes assim, então, por que mudar? Ela preza muito o nosso trio especial. E é uma criança extremamente feliz – por isso, não me preocupo, sei que é uma fase.

C.: Você sentia falta de ter irmãos quando era criança? Acha que teria sido mais feliz?
L.S.: Não senti falta até chegar à adolescência. Isso porque esse já é um período em que nos sentimos sozinhos e é difícil não ter com quem dividir as aflições em casa. No entanto, tive uma vida muito feliz, com bastante independência e uma relação muito próxima com meus pais. Cada escolha tem suas desvantagens, nada é perfeito. Mas essa funcionou maravilhosamente para mim.

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Familia/noticia/2014/05/filho-unico-problema-ou-solucao.html

Pela valorização das ações de bebês e crianças

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Pais e professores, por aqui (no Canadá), respondem automaticamente com um “good job!” (tradução literal: bom trabalho!) às ações das crianças. Ao visitar creches e pré-escolas, algo nessa expressão me incomodava. “Bom trabalho” em resposta a quê? Qual expectativa está em jogo? E, por que a palavra “trabalho” se, muitas vezes, as crianças apenas mostram desenhos, arriscam uma canção ou escorregam com prazer no parquinho? Se eu fosse uma das crianças pensaria: o que é um bom trabalho? Por que recebo esse tipo de elogio se o que mostrei é apenas meu prato limpo após deliciar-me com meus morangos? E se eu não fizer um bom trabalho, o que recebo? Serei punida?

Penso que, na melhor das intenções por valorizar as crianças, esse tipo de frase mais atrapalha do que ajuda. Além do mais, vincula todo e qualquer tipo de atividade ao conceito de trabalho, o que pode significar para a criança muito mais do que o esforço em aprender, em desenvolver-se ou em experimentar criativamente uma música, uma brincadeira, um desenho ou seja lá o que for.

Pesquisas atuais tem mostrado que mimar e valorizar toda e qualquer conquista de bebês e crianças, ao contrário do que se imagina, torna-lhes mais seguras de si, auxiliando para que cresçam com confiança e criativas. No entanto, tornar essa valorização uma resposta mecânica não os ajuda nem um pouco a entender suas conquistas. Saber a razão por que estão sendo elogiadas ajuda as crianças a melhorar sua autoestima, permitindo que possam antecipar e planejar novas ações com base em um autocontrole gradual. Ser elogiado gratuitamente e mecanicamente nem sempre impacta de maneira positiva e pode soar estranho para as crianças, a depender de quem a faça! Por que não tentar outras respostas mais contextualizadas e associadas a uma escuta atenta e afetiva?

Em recente publicação da Teaching Young Children, diferentes autores sugerem 10 dicas para ajudar os pais a tornarem mais compreensivos seus elogios aos pequenos. Selecionei algumas delas que nos ajudam a nos relacionarmos melhor com suas conquistas, tornando-as mais compreensíveis e, por que não, possíveis de serem partilhadas.

1) Para começar, use frases que revelam que estão sendo vistos, ouvidos, atendidos: diga “estou te vendo” ou “estou te ouvindo” ou “percebi que você abriu a porta” ou, ainda, tente apenas um “diga-me mais sobre o que você está fazendo”;

2) Observe e dê retorno sobre o que a criança acabou de realizar. Diga, por exemplo: “André, vi que você passou um bom tempo no seu quebra-cabeças até terminá-lo. Muito bem!’’ Tente dar retornos não verbais. Um abraço, um sorriso, uma piscadela, um beijo ou um bater entre as mãos: “Que ótimo! Vejo que você está aprendendo”;

3) Convide-as a falar ou a se expressar como puderem sobre o que acabaram de realizar. A aprendizagem das crianças é mais intensa quando elas podem falar sobre suas explorações e criações. Tente um “Que interessante. Como você fez isso?” ou “Você escreveu uma porção de palavras em seu papel. Pode me dizer o que está escrito aqui?” ou ainda “Vi que gostou dessa pintura, esteve alegre o tempo todo enquanto estivemos em frente a ela!”;

4) Atente aos detalhes. Ao falar sobre um desenho ou uma pintura, descreva as formas, linhas, cores, texturas que você vê em seu trabalho. Experimente sentar ao seu lado e solicite que a ajude a descrevê-lo: “Olhe para todas as linhas verdes aqui! E quantas bolinhas coloridas você produziu! Ficou muito bom!”;

5) Agradeça quando bebês ou crianças fizerem algo útil, mostrando que elas ajudam muito, mesmo que seja apenas abrir uma porta ou jogar uma casca de banana no lixo.

No geral, pense um pouco antes de elogiar ou criticar um bebê ou uma criança. Suas expectativas podem ser mal interpretadas e deixar mágoas ou incompreensão. Pergunte a si mesmo, antes de falar: Eu quero reconhecer um comportamento, um ato de generosidade, ou o uso de habilidades interessantes? Esse tipo de interação poderá ter resultados positivos nas aprendizagens e no crescimento das crianças. Mas não se esqueça de colocar uma pitada de afeto, uma colher de tolerância e um caldeirão de respeito pelo esforço empreendido, mesmo que os resultados não forem dos melhores!

colunista_Gisela Wajskop (Foto: divulgação)
Gisela Wajskop é socióloga, mãe de Felipe, 31, e Marcelo, 17. Ela sempre trabalhou com ensino infantil e tem mestrado sobre a brincadeira na escola pública e doutorado sobre como formar professores para estimular a diversão das crianças, ambos pela USP. Quer escrever para Gisela? Envie seu e-mail para redacaocrescer@gmail.com – no assunto da mensagem escreva Educar para a Vida.

Fonte. http://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Educar-para-a-Vida/noticia/2014/12/pela-valorizacao-das-acoes-de-bebes-e-criancas.html

33 atividades baratas que manterão seus filhos ocupados por muito tempo

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1. Coloque fita colorida no carpete para fazer pistas para os carrinhos de brinquedo de seu filho.

Coloque fita colorida no carpete para fazer pistas para os carrinhos de brinquedo de seu filho.

A fita sai facilmente quando terminar a brincadeira.

2. Fita adesiva também pode ser usada para criar um jogo de tabuleiro divertido fora de casa.

Fita adesiva também pode ser usada para criar um jogo de tabuleiro divertido fora de casa.

Saiba mais aqui.

3. Um par de esponjas e uma caixa de giz são tudo o que você precisa para transformar a entrada de sua garagem numa brincadeira de tiro ao alvo.

Um par de esponjas e uma caixa de giz são tudo o que você precisa para transformar a entrada de sua garagem numa brincadeira de tiro ao alvo.

4. Você também pode usar giz e algumas roupas velhas das crianças para esta pequena diversão de verão.

Você também pode usar giz e algumas roupas velhas das crianças para esta pequena diversão de verão.

5. Sacos de tinta explosivos transformam sua calçada numa obra de arte.

Sacos de tinta explosivos transformam sua calçada numa obra de arte.

São totalmente seguros para crianças e podem ser feitos com materiais que provavelmente você já tem na cozinha.

6. Pintura com cola líquida e corante de comida.

Pintura com cola líquida e corante de comida.

Guarde tampas de potes de queijos, manteiga, ou creme para servirem como “telas”. Saiba mais aqui.

7. Use restos de plástico-bolha para fazer Pinturas com Pegadas.

Use restos de plástico-bolha para fazer Pinturas com Pegadas.

As crianças irão dar boas risadas enquanto exploram seu lado artístico.

8. Faça-você-mesmo uma lona de arremesso.

Faça-você-mesmo uma lona de arremesso.

Lona, corda, tesouras, canetinha, cola… jogue a bola.

9. Construa uma torre com recortes de esponjas.

Construa uma torre com recortes de esponjas.

Ou é uma atividade para um ambiente interno e sossegado ou uma atividade fora de casa com água – você decide.

10. Faça um rio no quintal com papel alumínio.

Faça um rio no quintal com papel alumínio.

11. Prenda um rolo de papel toalha na parede para manter as crianças pequenas ocupadas.

Prenda um rolo de papel toalha na parede para manter as crianças pequenas ocupadas.

As crianças deixarão cair os pompons dentro da vasilha várias vezes, e desenvolverão suas habilidades motoras no processo.

12. Alguns limpadores de cano e um coador também vão manter as crianças pequenas ocupadas.

Alguns limpadores de cano e um coador também vão manter as crianças pequenas ocupadas.

13. Pano de saco (de um centro de jardinagem) pode ser usado para fazer uma boa estação de costura de pré-escolar.

Pano de saco (de um centro de jardinagem) pode ser usado para fazer uma boa estação de costura de pré-escolar.

Isto também é ótimo para desenvolver habilidades motoras aguçadas. Encontre como fazer aqui.

14. Pré-escolares também podem continuar a aprender como desenhar letras com este tabuleiro de escrever de açúcar, fácil de fazer.

Pré-escolares também podem continuar a aprender como desenhar letras com este tabuleiro de escrever de açúcar, fácil de fazer.

15. Faça um acampamento dentro de casa.

Faça um acampamento dentro de casa.

As crianças também vão se divertir elaborando sua “fogueira”.

16. Faça experimentos com bolinhas de gude de água.

Faça experimentos com bolinhas de gude de água.

17. Faça bolhas alienígenas com este experimento científico super legal.

Faça bolhas alienígenas com este experimento científico super legal.

Gelo seco e solução de bolha (junto com algumas coisas que você provavelmente tem em casa) são tudo que você precisa.

18. Outro experimento científico super legal permite que crianças extraiam DNA de morangos.

Outro experimento científico super legal permite que crianças extraiam DNA de morangos.

Saiba mais aqui.

19. Foguetes de balão super divertidos também ensinam uma importante lição de ciência.

Foguetes de balão super divertidos também ensinam uma importante lição de ciência.

As crianças aprendem o conceito de “ação e reação”, enquanto se divertem para caramba.

20. Borrachas de lápis e uma bola de gude fazem um jogo de boliche caseiro surpreendentemente viciante.

Borrachas de lápis e uma bola de gude fazem um jogo de boliche caseiro surpreendentemente viciante.

Encontre como fazer aqui.

21. Fios bem amarrados é tudo que você precisa para deixar os seus filhos terem sua Missão Impossível.

Fios bem amarrados é tudo que você precisa para deixar os seus filhos terem sua Missão Impossível.

22. Jogue “Fuja do Vulcão” para ensinar as crianças sobre reconhecimento de cores, nomes das formas, contagem e mais.

Jogue “Fuja do Vulcão” para ensinar as crianças sobre reconhecimento de cores, nomes das formas, contagem e mais.

Encontre instruções e modelos aqui.

23. Coloque uma barra de sabão no microondas para fazer nuvens de sabão.

Coloque uma barra de sabão no microondas para fazer nuvens de sabão.

24. Faça uma tigela de pipoca e desafie seus filhos a jogar as Olimpíadas de Pipoca.

Faça uma tigela de pipoca e desafie seus filhos a jogar as Olimpíadas de Pipoca.

Descubra uma lista de jogos de pipoca, como “sopro do canudo”, e “lançamento à distância”, aqui.

25. Pratos de papel, palitos de picolé, e um balão são tudo que você precisa para brincar de Pingue Pongue de Balão.

Pratos de papel, palitos de picolé, e um balão são tudo que você precisa para brincar de Pingue Pongue de Balão.

A melhor parte é que esta atividade divertida dentro de casa pode ser apreciada sem quebrar nada. Eu deveria dizer, “Provavelmente sem quebrar nada”.

26. Fita adesiva e um alguns jornais enrolados são tudo que você precisa para esta atividade “Teia de Aranha Pegajosa”.

Fita adesiva e um alguns jornais enrolados são tudo que você precisa para esta atividade “Teia de Aranha Pegajosa”.

27. Transforme uma caixa velha num escorregador dentro de casa.

Transforme uma caixa velha num escorregador dentro de casa.

Este precisa muito de supervisão dos pais, evidentemente.

28. Faça uma cobra arco-íris de bolhas com materiais que você sem dúvida já tem em casa.

Faça uma cobra arco-íris de bolhas com materiais que você sem dúvida já tem em casa.

29. Faça-você-mesmo uma varinha gigante de bolha de sabão.

Faça-você-mesmo uma varinha gigante de bolha de sabão.

Saiba como aqui.

30. Encha balões com massinha para criar uma nova experiência de brinquedo.

Encha balões com massinha para criar uma nova experiência de brinquedo.

31. Giz de cera e lixa são tudo que suas crianças precisam para fazer seus próprios desenhos em uma camiseta branca.

Giz de cera e lixa são tudo que suas crianças precisam para fazer seus próprios desenhos em uma camiseta branca.

Saiba como aqui.

32. Corte uma boia espaguete no meio para fazer uma pista de corrida de bolinhas de gude.

Corte uma boia espaguete no meio para fazer uma pista de corrida de bolinhas de gude.

Encontre as instruções aqui.

33. Boia espaguete também pode ser usada para fazer uma corrida de obstáculos no quintal.

Boia espaguete também pode ser usada para fazer uma corrida de obstáculos no quintal.

Fonte.http://www.buzzfeed.com/

Fisioterapia para gestantes: duas mãos e um coração entre elas.

Dicas

 

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Drenagem Linfática

A chegada de um bebê é sempre cercada de expectativas e cuidados com esse serzinho tão delicado.

Entretanto, a mamãe não pode esquecer de si, dos cuidados com seu corpo e as transformações que ele sofre. Um desses cuidados é a drenagem linfática. Técnica manual, que estimula os gânglios linfáticos, melhorando seu funcionamento e, consequentemente, a circulação sanguínea e escoamentodos líquidos retidos (edema). Além de diminuir o edema, a drenagem linfática manual, quando feita porprofissional especializado e habilitado, proporciona bem estar geral, relaxamento corporal, elimina toxinas e equilibra o sistema imunológico. E tem mais: as mamãe que fazem drenagem na gestação, tendem a retornar mais rapidamente ao seu corpo após o parto. No pós-parto, a drenagem também sefaz muito importante, já que a maioria das puérperas inchas bastante os membros inferiores… E é pensando nas mamães que querem se cuidas mas não possuem  disponibilidade de deslocamentoe ou pouco tempo, Jailene Gomes, Fisioterapeuta especializada na atenção à gestante e puérperas, disponibiliza seus atendimentos em domicílio, com toda comodidade, conforto e segurança que a mamãe precisa para viver esse momento tão mágico que é a maternidade.

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Conversa com Criança | Mentiras

Dicas

Quando as crianças mentem sempre sentimos uma grande angústia como pais e educadores, porque logo pensamos na mentira do adulto e isso nos deixa muito assustados ou mesmo bravos. As crianças quando mentem, normalmente o fazem porque estão em busca de fazerem algo sem nos chatear, ou magoar ou mesmo levar bronca. Ela entende que pode seguir fazendo o que quer e que se não nos falar, estará tudo bem, conseguiu as duas coisas.

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Gestante obesa. Filho obeso?

Dicas

Obsidade-na-gravidez_Tamara-Nutri-(1)A obesidade materna no 1º trimestre de gestação leva a um aumento de 2 a 3 vezes o risco de obesidade na infância. 24% das crianças de mães obesas podem se tornar também obesas até os 4 anos de idade, comparado com 9% das crianças de mães com peso normal. Mulheres obesas antes da gravidez ou que apresentam grande circunferência do braço durante a gravidez tendem a ter filhos com maior adiposidade até os 9 anos.
A composição de nutrientes da dieta da mãe também é importante para determinar o biótipo do seu filho. Alimentação materna rica em carboidratos leva ao nascimento de indivíduos com probabilidade de se tornarem obesos quando adultos. Portanto cuidar da alimentação antes e durante a gestação é fundamental
para a sua saúde e a do filho também.

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Referências:
1. EHRENBERG, TA; PEDULA, KL.; SCHMIDT, MM, ET AL. Childhood obesity and metabolic imprinting; the ongoing effects of maternal hyperglycemia. Diabetes Care; 30; 2287-2292. 2004;
2. GALE, C.R.; JAVAID, M.K,; ROBINSON, S.M, et al, Maternal size in pregnancy and body composition in children. I Clin Endocrinol Metab; 92; 3904-3911.2007;
3. KOZAK, R,; RICHY, S,; BECK. B Persistent alterations in neuropeptide. Y release in the paraventricular nucleus of rats subjected to dietary manipulation during early life. Eur J Nerosci; 21; 28887-2892, 2005.

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Como minimizar os enjoos na gravidez

Dicas

A maioria das gestantes é afetada pela fase do enjoo e para tentar evitá-la recorre a inúmeras receitas. Mas cuidado, não vá fazer tudo que lhe mandam, essa é uma fase temporária.

O enjoo, infelizmente, mamãe, é o sintoma mais frequente da mulher grávida. Cerca de 70% das mulheres sentem enjoos no primeiro trimestre da gestação, principalmente no segundo e terceiro mês, podendo se prolongar em poucos casos.

Não há uma receita infalível que acabe com o enjoo. O que vale para uma mamãe pode não ter efeito nenhum para outra.

Há alguns fatores que podem ser a causa dos enjoos, mas não é nada comprovado. Uma das teorias são os níveis de hormônios que aumentam e se alteram no primeiro trimestre.

A progesterona, que é responsável por manter a gravidez, deixa o estômago mais preguiçoso, isto é, há uma lentidão no trato gastrointestinal. Portanto, o alimento demora a chegar ao intestino, provocando os enjoos e até os vômitos.

Existem trabalhos que indicam que mulheres que têm altos níveis do hormônio gonadotropina coriônicas (hcg) são mais propensas a ter enjoos, como as mulheres grávidas de gêmeos. Mas ainda não existe relação consistente entre algum nível de hCG e enjoo, pois duas mulheres com o mesmo nível de hCG podem apresentar sintomas diferentes. Coisas da natureza.

Geralmente os enjoos aparecem na parte da manhã. Ou as futuras mamães já acordam enjoadas e ou enjoam assim que levantam. Por isso os enjoos são chamados de enjoos matinais. Isso não é regra, os enjoos podem aparecer também à tarde e à noite.

Na grande maioria dos casos, as mamães conseguem contornar esses enjoos em casa mesmo. Raros os casos de mamães que perdem muito peso, ficando desidratadas e tendo que tomar alguma medicação para controlar os enjoos. Caso isso aconteça, o médico deverá ser consultado.

A fase dos enjoos varia de mulher para mulher, mas em geral ocorre entre o final do segundo mês (semana 8) e o final do quinto mês lunar (semana 20).

Vamos colocar algumas dicas e assim a mamãe testará o que funciona para si.

Coma biscoitos água e sal antes de levantar da cama. O estômago vazio piora o enjoo. Comendo antes de levantar e esperando um pouco poderá evitar esse enjoo que aparece logo pela manhã. Os biscoitos, alimentos ricos em carboidratos ou frutas podem amenizar os enjoos durante todo o dia.
Coma pouco, mas de duas em duas horas. O estômago cheio também pode levar ao enjoo já que a digestão está mais lenta.
Evite alimentos gordurosos, pois são de difícil digestão, alimentos muito condimentados e açúcares.
Evite deitar logo após comer.
Fundamental que esteja bem hidratada. Às vezes, água pode aumentar o enjoo. Tente colocar uma fatia de limão na água que irá beber.
Escreva um diário com o que te deixa enjoada e comece a evitar os principais causadores.
Gengibre ameniza os enjoos para muitas mulheres. Pode ser até em chá ou bala.

Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/como-minimizar-os-enjoos-na-gravidez/